Apuração
Vereador · 2016 · PSDB

Cleomar Borba

Cleomar dos Santos Borba · nasceu em 1972

Cleomar Borba disputou uma eleição, em 2016, para vereador (Calmon (SC)), pelo PSDB: suplente.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPSDB+0,37← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoPSDB2016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 43 anos, superior completo, fiscal, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereador · Calmon (SC)
    PSDB 45690· centro-direita
    suplente96 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Cleomar Borba declarou R$ 123,5 mil em bens, em reais de hoje.

R$ 123,5 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 76.000 na declaração)

Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador em Santa Catarina em 2016.

  • Cleomar BorbaR$ 123,5 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 107,2 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 253,3 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 123,5 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 4 itens declarados em 2016, do maior ao menor
  1. Terreno na rua matilde woeringerR$ 48,7 mil
    Terreno
  2. Terreno na rua carlos hoephnerR$ 48,7 mil
    Terreno
  3. Dinheiro em especieR$ 16,2 mil
    Dinheiro em espécie
  4. Motocicleta HONDA/NXR150 bros ESR$ 9.748
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2016, Cleomar Borba declarou ao TSE R$ 3,2 mil em receitas, em reais de hoje.

2016 · Vereador · Calmon (SC) · PSDB · suplente

De onde veio

R$ 3.183
0% veio de fundos públicos; 3 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 3.183.
  1. PessoasR$ 2.10566,1%
  2. Próprio bolsoR$ 1.07833,9%

Para onde foi

R$ 3.183
O maior gasto foi com serviços: 41% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 3.183.
  1. ServiçosR$ 1.29540,7%
  2. TransporteR$ 1.29140,5%
  3. Material impressoR$ 58918,5%
  4. EscritórioR$ 80,3%

Quanto custou cada voto: vereador, Calmon (SC), 2016

Mediana da disputa: R$ 92,5 por voto. Quem venceu, Tatinho, gastou R$ 45,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 292; o mais barato, R$ 45,5.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Mariza DEMR$ 7 mil · 24 votosR$ 292
  • Mari DEMR$ 6,6 mil · 23 votosR$ 287
  • Jato DEMR$ 7 mil · 28 votosR$ 252
  • Tio Tonho PDTR$ 7,3 mil · 43 votosR$ 170
  • Sidiane PLR$ 6,8 mil · 44 votosR$ 155
  • Gringo PDTR$ 6,9 mil · 59 votosR$ 118
  • Nerizinho PLR$ 7 mil · 76 votosR$ 92,5
  • Alemão Kercher DEMR$ 7,3 mil · 88 votosR$ 82,5
  • Bino PDTR$ 7,7 mil · 103 votosR$ 74,4
  • Silvana Pompeu PDTR$ 7,7 mil · 135 votosR$ 56,9
  • Professora Arcida PDTR$ 7,3 mil · 145 votosR$ 50,1
  • Tatinho PDTR$ 7,3 mil · 161 votosR$ 45,5

Votos por real

  • 2016, vereador: 30 votos por R$ 1.000, 2,2 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.