Apuração
Deputado federal · 2010 · PT

Clemente

Clemente Krechowieki · nasceu em 1964

Clemente disputou uma eleição, em 2010, para deputado federal (Rio Grande do Sul), pelo PT: suplente.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPT−0,37← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Dep. federalPartidoPT2010
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2010, suplente.

Declarou ao TSE em 2010: 45 anos, superior incompleto, servidor público federal. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2010
    Deputado federal · Rio Grande do Sul
    PT 1347· centro-esquerda
    suplente5.939 votos; 88º mais votado de 271 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2010, Clemente teve 5.939 votos para deputado federal, 0,1% dos votos válidos do estado: 88º lugar entre 271 candidatos.

Recebeu votos em 197 cidades. Novo Hamburgo deu 41,8% deles; as 15 cidades que mais votaram, 77,5%.

5.939 votos
votos para deputado federal em 2010
Cada quadrado é 1% de 5.939 votos.
  1. Novo Hamburgo (RS)2.485 votos41,8%
  2. São Leopoldo (RS)590 votos9,9%
  3. Estância Velha (RS)313 votos5,3%
  4. Montenegro (RS)199 votos3,4%
  5. Parobé (RS)164 votos2,8%
  6. Outras 182 cidades1.336 votos22,5%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2010, Clemente declarou R$ 276,9 mil em bens, em reais de hoje: 2,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul.

R$ 276,9 mil
em bens declarados em 2010, em reais de setembro de 2026 (R$ 112.000 na declaração)

Declarou 2,8 vezes a mediana dos candidatos a deputado federal no Rio Grande do Sul em 2010.

  • ClementeR$ 276,9 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 98,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1,2 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 276,9 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2010, Clemente declarou ao TSE R$ 162 mil em receitas, em reais de hoje.

2010 · Deputado federal · Rio Grande do Sul · PT · suplente

De onde veio

R$ 162,4 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 162,4 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Próprio bolsoR$ 61,8 mil38,1%

Para onde foi

R$ 162,4 mil
O maior gasto foi com material impresso: 61% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 162,4 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. RepassesTudo de 1347 - Clemente Krechowieki - Deputado FederalR$ 12,2 mil7,5%
  2. EscritórioR$ 7.4844,6%

Quanto custou cada voto: deputado federal, Rio Grande do Sul, 2010

Mediana da disputa: R$ 24,6 por voto. Quem venceu, Manuela D Avila, gastou R$ 5,31 por voto. O voto mais caro custou R$ 98,9; o mais barato, R$ 5,31.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2010, deputado federal: 40 votos por R$ 1.000, 52% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.