Cleiton Taxi
Cleiton Donizete Figueiredo · nasceu em 1969
Cleiton Taxi se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 2.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2012.
Passou por 2 partidos: PTB (2004–2016), PV (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 51 anos, ensino médio, taxista, cor branca. A cor declarada mudou: parda em 2016, branca em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Cleiton Taxi declarou R$ 71,8 mil em bens, em reais de hoje: 3,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2020, o total caiu R$ 73,8 mil, já descontada a inflação.
Declarou 3,3 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.
- Cleiton TaxiR$ 71,8 mil
- Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil
Cada quadrado, R$ 2.500.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Cleiton Taxi declarou ao TSE R$ 42 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para prefeito: R$ 35 mil, 70% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Botelhos (MG) · PV · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 1.13271,6%
- PartidoR$ 45028,4%
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereador, Botelhos (MG), 2020
Mediana da disputa: R$ 8,55 por voto. Quem venceu, Marcus Vinicius, gastou R$ 3,54 por voto. O voto mais caro custou R$ 23,4; o mais barato, R$ 3,54.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Vanderleizinho Do Palmeiral PSDR$ 2,1 mil · 89 votosR$ 23,4
- Amarildo Fazenda Velha DCR$ 2 mil · 102 votosR$ 20
- João Do Supermercado DCR$ 2,1 mil · 127 votosR$ 16,8
- Paulo Oreia PSDBR$ 2,8 mil · 252 votosR$ 11
- Wellington Supermercado DCR$ 1,5 mil · 142 votosR$ 10,5
- Rony PSDR$ 3,6 mil · 400 votosR$ 8,99
- Guilherme Ramos PLR$ 1,2 mil · 139 votosR$ 8,55
- Dimir Madeira PTBR$ 2 mil · 251 votosR$ 7,89
- Rovilso Supermercado Eldorado CIDADANIAR$ 1,6 mil · 226 votosR$ 7,06
- Vicentinho PSDBR$ 1,3 mil · 243 votosR$ 5,18
- Felipe Begalli PTBR$ 1,7 mil · 371 votosR$ 4,69
- Marcus Vinicius PVR$ 885 · 250 votosR$ 3,54
Votos por real
- 2016, prefeito: 54 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 74 votos por R$ 1.000, 2,2 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 165 votos por R$ 1.000, 2,4 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 445 votos por R$ 1.000, 5,3 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.