Cleiton Buda
Cleiton Conceição de Lima · nasceu em 1984
Cleiton Buda se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PSC (2012), MDB (2016–2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 36 anos, ensino médio, cor preta. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Cleiton Buda declarou R$ 24,1 mil em bens, em reais de hoje: 1,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Declarou 1,8 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2012.
- Cleiton BudaR$ 24,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 13,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 107,4 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Cleiton Buda declarou ao TSE R$ 1,8 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 934, 24% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Governador Mangabeira (BA) · MDB · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Governador Mangabeira (BA), 2020
Mediana da disputa: R$ 10,9 por voto. Quem venceu, Miguel Fiúza, gastou R$ 2,95 por voto. O voto mais caro custou R$ 121; o mais barato, R$ 2,95.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Tércio PTR$ 849 · 7 votosR$ 121
- Diego Paes PSDR$ 12 mil · 156 votosR$ 74,4
- Alcir De Alderico PSBR$ 2,8 mil · 95 votosR$ 29,8
- Netão De Luís De Detinho DEMR$ 1,1 mil · 59 votosR$ 18,5
- Luciano Cunha MDBR$ 4,2 mil · 240 votosR$ 17,5
- Jadeilson Dêka PTR$ 2,1 mil · 177 votosR$ 11,7
- Zé Poeira DEMR$ 2 mil · 180 votosR$ 10,9
- Albano Fonseca DEMR$ 3 mil · 357 votosR$ 8,28
- Grande Do Portão MDBR$ 1,6 mil · 217 votosR$ 7,25
- Balbino Do Táxi MDBR$ 2,4 mil · 367 votosR$ 6,64
- Gicélio Dias REPUBLICANOSR$ 879 · 237 votosR$ 3,71
- Miguel Fiúza MDBR$ 923 · 313 votosR$ 2,95
Votos por real
- 2020, vereador: 235 votos por R$ 1.000, 4,4 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 305 votos por R$ 1.000, 5,1 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 191 votos por R$ 1.000, 3 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.