Apuração
Prefeito · 2016 · PT

Cleiton Damasceno

Cleiton Damasceno do Carmo · nasceu em 1977

Cleiton Damasceno se candidatou em 3 eleições, de 2002 a 2016, e foi eleito em 1.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPT−0,38← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PT2004PT2016PT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.

Sempre pelo PT.

Dep. federalPrefeitoVereadorPartidoPT20022004200620082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2016, não eleito.

Declarou ao TSE em 2016: 39 anos, ensino médio, empresário, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Prefeito · Sarandi (PR)
    PT 13· centro-esquerda
    não eleito1.081 votos, 2,4%
  2. 2004
    Vereador · Sarandi (PR)
    PT 13900· centro-esquerda· na urna, Cleiton
    eleito719 votos
  3. 2002
    Deputado federal · Paraná
    PT 1350· centro-esquerda· na urna, Cleiton
    suplente5.147 votos; 105º mais votado de 207 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2002, Cleiton Damasceno teve 5.147 votos para deputado federal, 0,1% dos votos válidos do estado: 105º lugar entre 207 candidatos.

Recebeu votos em 146 cidades. Sarandi deu 51,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 92,3%.

5.147 votos
votos para deputado federal em 2002
Cada quadrado é 1% de 5.147 votos.
  1. Sarandi (PR)2.628 votos51,1%
  2. Maringá (PR)911 votos17,7%
  3. Curitiba (PR)634 votos12,3%
  4. São José dos Pinhais (PR)227 votos4,4%
  5. Marialva (PR)53 votos1%
  6. Outras 131 cidades394 votos7,7%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Cleiton Damasceno declarou ao TSE R$ 35 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para prefeito: R$ 15 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Prefeito · Sarandi (PR) · PT · não eleito

De onde veio

R$ 14,7 mil
0% veio de fundos públicos; 6 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 14,7 mil.
  1. Pessoas6 pessoas, não nomeadasR$ 8.79260%
  2. Próprio bolsoR$ 5.86840%

Para onde foi

R$ 14,5 mil
O maior gasto foi com material impresso: 52% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 14,5 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal6 pessoas, não nomeadasR$ 6.89847,5%
  2. EscritórioR$ 710,5%

Quanto custou cada voto: prefeito, Sarandi (PR), 2016

Cleiton Damasceno: R$ 13,4 por voto (mediana da disputa, R$ 25,2). Quem venceu, Volpato, gastou R$ 13,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 89,6; o mais barato, R$ 13,4.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Cleiton Damasceno. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, prefeito: 74 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 72 votos por R$ 1.000, 73% da mediana da disputa.
  • 2002, deputado federal: 519 votos por R$ 1.000, 3,4 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.