Cleitin
Cleiton da Silva Couto · nasceu em 1986
Cleitin se candidatou em 2 eleições, de 2016 a 2020, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Os votos de 2020 foram anulados depois pela Justiça Eleitoral e não contam no resultado oficial de hoje.
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016.
Sempre pelo MDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, votos anulados pela Justiça Eleitoral.
Declarou ao TSE em 2020: 33 anos, ensino médio, servidor público municipal, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Cleitin declarou R$ 7.182 em bens, em reais de hoje.
Declarou 33% da mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.
- CleitinR$ 7.182
- Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil
Cada quadrado, R$ 2.500.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Cleitin declarou ao TSE R$ 5,8 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 5,6 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Imbé de Minas (MG) · MDB · votos anulados pela Justiça Eleitoral
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Imbé de Minas (MG), 2020
Mediana da disputa: R$ 11,7 por voto. Quem venceu, Bruna, gastou R$ 4,99 por voto. O voto mais caro custou R$ 59,1; o mais barato, R$ 4,99.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Mara MDBR$ 9,2 mil · 156 votosR$ 59,1
- Magda Ticona PTBR$ 1,4 mil · 40 votosR$ 34,3
- Beth Do Gilbertão PTR$ 4,2 mil · 172 votosR$ 24,7
- Zé João Da Areia PTBR$ 1,1 mil · 57 votosR$ 19,6
- Rayanne Do Reinaldo DEMR$ 2,5 mil · 148 votosR$ 16,6
- Wanderley Batatal PTBR$ 962 · 59 votosR$ 16,3
- Fabiana Da Saude DEMR$ 1,1 mil · 91 votosR$ 11,7
- Moises Da Farmacia PTR$ 2,7 mil · 241 votosR$ 11,2
- Guilherme Grosse DEMR$ 1,1 mil · 107 votosR$ 9,92
- Leo Araujo DEMR$ 1 mil · 104 votosR$ 9,80
- Zé Mario MDBR$ 1,5 mil · 237 votosR$ 6,45
- Bruna MDBR$ 1,1 mil · 223 votosR$ 4,99
Votos por real
- 2016, vereador: 37 votos por R$ 1.000, 94% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.