Apuração
Vereadora · 2016 · PATRIOTA

Cleineide Batista

Cleineide Moreira Batista · nasceu em 1971

Cleineide Batista se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleita em 1.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPATRIOTA+0,57← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2012PSL2014PROS2016PATRIOTA← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereadora, em 2012.

Passou por 3 partidos: PSL (2012), PROS (2014), PATRIOTA (2016).

Suplente sen.VereadoraPartidoPSLPROSPATRIOTA201220142016
eleitasuplente ou vicenão eleita
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 44 anos, superior completo, professor de ensino médio, cor branca. A cor declarada mudou: parda em 2014, branca em 2016. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    PATRIOTA 51222· direita
    suplente
  2. 2014
    1º suplente de senador · Amapá
    PROS 511· direita
    Na chapa de Promotor Moisés
    chapa não eleita48.136 votos da chapa
  3. 2012
    PSL 17222· direita
    eleita549 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Cleineide Batista declarou ao TSE R$ 7,3 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereadora: R$ 3,8 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 100.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereadora · Laranjal do Jari (AP) · PATRIOTA · suplente

De onde veio

R$ 3.562
75% veio de fundos públicos; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 3.562.
  1. Fundo partidárioR$ 2.67275%
  2. Próprio bolsoR$ 48613,6%
  3. PessoasR$ 40511,4%

Para onde foi

R$ 3.562
O maior gasto foi com material impresso: 100% do total. Em reais de hoje.

Quanto custou cada voto: vereadora, Laranjal do Jari (AP), 2016

Mediana da disputa: R$ 29,7 por voto. Quem venceu, Edmilson Birimbal, gastou R$ 21 por voto. O voto mais caro custou R$ 251; o mais barato, R$ 18,4.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Professora Wanderleia PDTR$ 7,8 mil · 31 votosR$ 251
  • Pantoja PROSR$ 22 mil · 202 votosR$ 110
  • Carvalho REPUBLICANOSR$ 8,4 mil · 152 votosR$ 55
  • Peitudo PDTR$ 17 mil · 391 votosR$ 43,7
  • Cleison Garimpão DEMR$ 11 mil · 296 votosR$ 38
  • Irlany Queiroga PDTR$ 19 mil · 497 votosR$ 37,9
  • Edmilson Piloto AGIRR$ 9,5 mil · 320 votosR$ 29,7
  • Marilia Do Américo REPUBLICANOSR$ 8,1 mil · 345 votosR$ 23,5
  • Bacural DEMR$ 16 mil · 676 votosR$ 23,2
  • Edmilson Birimbal MDBR$ 12 mil · 595 votosR$ 21
  • Vera Da Farmácia PTBR$ 7,8 mil · 410 votosR$ 19,1
  • Marlon MDBR$ 9,8 mil · 531 votosR$ 18,4

Votos por real

  • 2016, vereadora: 35 votos por R$ 1.000, 56% da mediana da disputa.
  • 2012, vereadora: 146 votos por R$ 1.000, 3 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.