Cleimar de Almeida
nasceu em 1976
Cleimar de Almeida disputou uma eleição, em 2008, para vereador (Mariano Moro (RS)), pelo PTB: suplente.
Centro-direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.
Declarou ao TSE em 2008: 32 anos, até o fundamental, operador de implemento de agricultura, pecuária e exploração florestal. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Cleimar de Almeida declarou R$ 68,2 mil em bens, em reais de hoje.
Declarou 63% da mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2008.
- Cleimar de AlmeidaR$ 68,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 107,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 207,2 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2008, Cleimar de Almeida declarou ao TSE R$ 683 em receitas, em reais de hoje.
2008 · Vereador · Mariano Moro (RS) · PTB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 58986,3%
- PessoasR$ 9413,7%
Para onde foi
- TransporteR$ 38656,5%
- EscritórioR$ 12318%
- OutrosR$ 9413,7%
- Material impressoR$ 8011,8%
Quanto custou cada voto: vereador, Mariano Moro (RS), 2008
Mediana da disputa: R$ 17,1 por voto. Quem venceu, Mani, gastou R$ 10,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 33,4; o mais barato, R$ 10,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Nilton Vendrame PDTR$ 2,1 mil · 63 votosR$ 33,4
- Ricardo Luiz Pasini PTR$ 3,2 mil · 97 votosR$ 33,1
- Valmir Brandão PDTR$ 2,2 mil · 83 votosR$ 27
- Maicon Fiorini PDTR$ 2,1 mil · 91 votosR$ 23,1
- Valdecir Barbieri PDTR$ 1,8 mil · 90 votosR$ 20,4
- Juci PPR$ 2,6 mil · 144 votosR$ 17,8
- Serginho PDTR$ 1,6 mil · 92 votosR$ 17,1
- Nilton Roldo PTBR$ 1,2 mil · 71 votosR$ 17
- Isidoro Falkoski PTR$ 1,6 mil · 103 votosR$ 15,6
- Daniel Riedi (Dani) PTBR$ 1,2 mil · 78 votosR$ 15,2
- Neimar Battisti MDBR$ 2,1 mil · 140 votosR$ 15
- Mani PPR$ 1,9 mil · 175 votosR$ 10,8
Votos por real
- 2008, vereador: 69 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.