Clebio do Teatro
Clebio Pereira do Nascimento · nasceu em 1974
Clebio do Teatro se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PSL (2012–2014), AGIR (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 42 anos, ensino médio, ator e diretor de espetáculos públicos, cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2014, parda em 2016. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2014
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2014, Clebio do Teatro teve 337 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 406º lugar entre 717 candidatos.
Recebeu votos em 25 cidades. Goiânia deu 52,2% deles; as 15 cidades que mais votaram, 96,7%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Clebio do Teatro declarou R$ 209,6 mil em bens, em reais de hoje: 5,1 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Goiás. Descontada a inflação, o total ficou praticamente igual entre 2014 e 2016.
Declarou 5,1 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Goiás em 2016.
- Clebio do TeatroR$ 209,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 41,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 157,6 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Clebio do Teatro declarou ao TSE R$ 47 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2014, para deputado estadual: R$ 28 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Goiânia (GO) · AGIR · suplente
De onde veio
- Fundo partidárioR$ 44938,1%
- Próprio bolsoR$ 40534,4%
- PartidoR$ 32427,5%
Para onde foi
- Material impressoR$ 44938,1%
- OutrosR$ 38132,3%
- Rádio, TV e vídeoR$ 32427,5%
- EscritórioR$ 242,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Goiânia (GO), 2016
Mediana da disputa: R$ 72,2 por voto. Quem venceu, Welington Peixoto, gastou R$ 39,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 205; o mais barato, R$ 39,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Gustavo Cruvinel PVR$ 835 mil · 4.066 votosR$ 205
- Dr. Silvio Fernandes DEMR$ 251 mil · 2.165 votosR$ 116
- Sabrina Garcez DEMOCRATAR$ 709 mil · 7.233 votosR$ 98,1
- Gustavo Bueno PTR$ 256 mil · 2.660 votosR$ 96,1
- Carlos Soares PTR$ 302 mil · 3.319 votosR$ 91
- Marco Brenner (Nona) MOBILIZAR$ 318 mil · 3.676 votosR$ 86,5
- Tatiana Lemos PC do BR$ 319 mil · 4.418 votosR$ 72,2
- Denicio Trindade SOLIDARIEDADER$ 324 mil · 5.157 votosR$ 62,8
- Andrey Azeredo MDBR$ 256 mil · 4.073 votosR$ 62,8
- Lucas Kitão PSLR$ 234 mil · 4.499 votosR$ 52,1
- Anselmo Pereira PSDBR$ 303 mil · 7.504 votosR$ 40,4
- Welington Peixoto MDBR$ 255 mil · 6.513 votosR$ 39,1
Votos por real
- 2016, vereador: 171 votos por R$ 1.000, 3,7 vezes a mediana da disputa.
- 2014, deputado estadual: 12 votos por R$ 1.000, 35% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 12 votos por R$ 1.000, 49% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.