Cleber
Cleber Luiz Rodrigues França · nasceu em 1988
Cleber se candidatou em 5 eleições, de 2008 a 2024, e foi eleito em 3.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012, 2020 e 2024.
Sempre pelo MDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 36 anos, até o fundamental, agricultor, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Cleber declarou R$ 798,4 mil em bens, em reais de hoje: 11 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2008 e 2024, o total subiu R$ 766,1 mil acima da inflação.
Declarou 11 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2024.
- CleberR$ 798,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 69,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 195,5 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 9 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- Área de terra de 8R$ 220,9 milTerra nua
- Área de terra de 8R$ 220,9 milTerra nua
- Área de terra de 6R$ 132,6 milTerra nua
- Área de terra de 4R$ 110,5 milTerra nua
- Lote rural 6.00 hecatresR$ 55,2 milTerra nua
- Lote rural n. 200 b com 6R$ 33,1 milTerra nua
- Moto honda XR250 tornado ano 2007/2008R$ 11 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Conta capita sicrediR$ 8.209Renda fixa (CDB, RDB e outros)
- Aplicação renda fixa banrisulR$ 5.873Renda fixa (CDB, RDB e outros)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Cleber declarou ao TSE R$ 16 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 5,5 mil, 5,4% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Alpestre (RS) · MDB · eleito
De onde veio
- Fundo eleitoralTudo de Movimento Democratico Brasileiro - Brasil - Br - NacionalR$ 1.64160%
- Próprio bolsoR$ 1.09440%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Alpestre (RS), 2024
Mediana da disputa: R$ 41 por voto. Quem venceu, Adilson, gastou R$ 12,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 365; o mais barato, R$ 12,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Sil Pace PLR$ 3,3 mil · 9 votosR$ 365
- Rosane Aparecida PPR$ 5,5 mil · 29 votosR$ 191
- Sônia Andretti PLR$ 4,3 mil · 43 votosR$ 99,2
- Doutor Wilson MDBR$ 4,4 mil · 56 votosR$ 78,3
- Edilene Pogorecki PPR$ 5,5 mil · 72 votosR$ 76,6
- Léo Basso PLR$ 3,4 mil · 65 votosR$ 51,6
- Marisa Marafon PPR$ 5,7 mil · 139 votosR$ 41
- Bolacha PLR$ 4,7 mil · 179 votosR$ 26,2
- Alcione MDBR$ 7,1 mil · 348 votosR$ 20,4
- Michel Kosvoski PLR$ 3,3 mil · 189 votosR$ 17,4
- Ana Carolina PPR$ 5,6 mil · 395 votosR$ 14,3
- Adilson MDBR$ 4,9 mil · 397 votosR$ 12,4
Votos por real
- 2024, vereador: 128 votos por R$ 1.000, 2,6 vezes a mediana da disputa.
- 2020, vereador: 230 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 59 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 119 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.