Clayton Gordinho
Clayton da Silva · nasceu em 1981
Clayton Gordinho disputou uma eleição, em 2016, para vereador (Mauá (SP)), pelo PT: suplente.
Centro-esquerda, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 35 anos, superior completo, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Clayton Gordinho declarou R$ 165,6 mil em bens, em reais de hoje: 7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo.
Declarou 7 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2016.
- Clayton GordinhoR$ 165,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 23,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 137,8 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Os 4 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Conta corrente caixa economica federalR$ 66,3 milConta corrente no país
- Veículo chevrolet prisma 1.0 ano 2013R$ 52 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Poupança ouro banco do brasilR$ 24,8 milCaderneta de poupança
- Conta corrente na caixa economica federalR$ 22,5 milConta corrente no país
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2016, Clayton Gordinho declarou ao TSE R$ 40 mil em receitas, em reais de hoje.
2016 · Vereador · Mauá (SP) · PT · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 24,7 mil61,3%
- PessoasR$ 9.86924,4%
- PartidoR$ 5.77614,3%
- OutrosR$ 3< 0,1%
Para onde foi
- PessoalR$ 15,3 mil38%
- Material impressoR$ 10,3 mil25,6%
- TransporteR$ 7.12117,6%
- EscritórioR$ 2.2445,6%
- ServiçosR$ 2.1415,3%
- OutrosR$ 910,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Mauá (SP), 2016
Mediana da disputa: R$ 74,2 por voto. Quem venceu, Neycar, gastou R$ 36,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 138; o mais barato, R$ 36,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Edgard Grecco PSDBR$ 159 mil · 1.149 votosR$ 138
- Cesar Ccs PODER$ 154 mil · 1.180 votosR$ 130
- Professor Betinho DCR$ 259 mil · 2.280 votosR$ 113
- Zé Luiz Cassimiro PTR$ 169 mil · 1.836 votosR$ 92
- Eugenio Rufino PTBR$ 190 mil · 2.404 votosR$ 79,2
- Wilson Melão CIDADANIAR$ 200 mil · 2.588 votosR$ 77,1
- Sargento Simões MDBR$ 145 mil · 1.952 votosR$ 74,2
- Marcelo Oliveira PTR$ 260 mil · 3.539 votosR$ 73,6
- Dr Cincinato PDTR$ 175 mil · 2.707 votosR$ 64,7
- Paulo Eugenio PTR$ 149 mil · 2.570 votosR$ 57,8
- Admir Jacomussi PRPR$ 227 mil · 4.409 votosR$ 51,4
- Neycar SOLIDARIEDADER$ 137 mil · 3.774 votosR$ 36,2
Votos por real
- 2016, vereador: 42 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.