Claudionor Nenê
Claudionor Nilson · nasceu em 1960
Claudionor Nenê se candidatou em 2 eleições, de 2016 a 2020, e foi eleito em 1.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016.
Sempre pelo PDT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 60 anos, superior incompleto, vereador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Claudionor Nenê declarou R$ 303,1 mil em bens, em reais de hoje: 5,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2016 e 2020, o total caiu R$ 135,6 mil, já descontada a inflação.
Declarou 5,3 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2020.
- Claudionor NenêR$ 303,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 57,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 206,9 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Claudionor Nenê declarou ao TSE R$ 22 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 12 mil, 1,1% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Charqueadas (RS) · PDT · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 5.09552,2%
- Próprio bolsoR$ 4.33544,4%
- PartidoR$ 3403,5%
Para onde foi
- Material impressoR$ 3.98876,9%
- ServiçosR$ 70813,7%
- Rádio, TV e vídeoR$ 2835,5%
- EscritórioR$ 2054%
Quanto custou cada voto: vereador, Charqueadas (RS), 2020
Mediana da disputa: R$ 27,4 por voto. Quem venceu, Prof Paula Ynajá, gastou R$ 16,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 193; o mais barato, R$ 16,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Professora Rose Oliveira PLR$ 14 mil · 70 votosR$ 193
- Airton Moreira PPR$ 7,8 mil · 53 votosR$ 147
- Priscila Vaz PSOLR$ 8,8 mil · 91 votosR$ 96,5
- Joanir O Vigilante PLR$ 12 mil · 190 votosR$ 63,6
- Lauro Lindner PDTR$ 9,5 mil · 211 votosR$ 44,9
- Paulo Sergio Cabral Pc PPR$ 11 mil · 351 votosR$ 31,2
- Vladimir Mancha MDBR$ 9 mil · 327 votosR$ 27,4
- Giovane Rogerio PTBR$ 10 mil · 382 votosR$ 27,2
- João Caldeira PDTR$ 20 mil · 834 votosR$ 23,7
- Chiquinho PDTR$ 11 mil · 545 votosR$ 19,8
- Rafael Divino Piteco MDBR$ 8,8 mil · 445 votosR$ 19,7
- Prof Paula Ynajá PTR$ 12 mil · 719 votosR$ 16,5
Votos por real
- 2020, vereador: 54 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 38 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.