Claudiomiro
Claudiomiro da Silva · nasceu em 1970
Claudiomiro se candidatou em 3 eleições, de 2014 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PSOL (2014–2016), MDB (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 50 anos, superior completo, motorista de veículos de transporte coletivo de passageiros, cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2014, parda em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2014Deputado estadual · Rio Grande do SulPSOL 50222· esquerda· na urna, Claudiomiro da Silvasuplente978 votos; 384º mais votado de 670 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2014, Claudiomiro teve 978 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 384º lugar entre 670 candidatos.
Recebeu votos em 59 cidades. Frederico Westphalen deu 54,3% deles; as 15 cidades que mais votaram, 88,4%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Claudiomiro declarou R$ 93,4 mil em bens, em reais de hoje: 1,6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2014 e 2020, o total subiu R$ 74,9 mil acima da inflação.
Declarou 1,6 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2020.
- ClaudiomiroR$ 93,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 57,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 206,9 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Claudiomiro declarou ao TSE R$ 16 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2014, para deputado estadual: R$ 9,2 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Frederico Westphalen (RS) · MDB · suplente
De onde veio
- PartidoR$ 2.19843,7%
- PessoasR$ 1.41528,1%
- Próprio bolsoR$ 1.41528,1%
Para onde foi
- Material impressoR$ 1.03043,9%
- TransporteR$ 67929%
- ServiçosR$ 63727,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Frederico Westphalen (RS), 2020
Mediana da disputa: R$ 27,7 por voto. Quem venceu, Jacques Oliveira, gastou R$ 7,77 por voto. O voto mais caro custou R$ 80,3; o mais barato, R$ 7,77.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Laura Tiggemann MDBR$ 16 mil · 201 votosR$ 80,3
- Rose Coelho PPR$ 15 mil · 251 votosR$ 60,6
- Elizete Buzatto PPR$ 14 mil · 275 votosR$ 50,6
- Belo PPR$ 28 mil · 637 votosR$ 43,3
- Dema Castro MDBR$ 7,6 mil · 200 votosR$ 38
- Raul Pazuch PSDBR$ 17 mil · 518 votosR$ 33,6
- Dr. Nico Pinheiro MDBR$ 14 mil · 493 votosR$ 27,7
- Lori Bortoluzzi PPR$ 7,8 mil · 429 votosR$ 18,1
- Dr Jorge Alan PSDBR$ 15 mil · 1.353 votosR$ 11,3
- Panossinho MDBR$ 13 mil · 1.275 votosR$ 10,4
- Gabriel Lamonatto MDBR$ 16 mil · 1.593 votosR$ 9,98
- Jacques Oliveira MDBR$ 15 mil · 1.896 votosR$ 7,77
Votos por real
- 2020, vereador: 110 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 138 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
- 2014, deputado estadual: 106 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.