Apuração
Vereador · 2012 · PP

Claudio Rocha

Claudio Luis Cardim da Rocha · nasceu em 1961

Claudio Rocha se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em 1.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPP+0,34← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004MDB2008MDB2012PP← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.

Passou por 2 partidos: MDB (2004–2008), PP (2012).

VereadorPartidoMDBPP20042006200820102012
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, não eleito.

Declarou ao TSE em 2012: 51 anos, ensino médio, empresário. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    PP 11601· direita
    não eleito
  2. 2008
    MDB 15601· centro· na urna, Cláudio Rocha
    suplente274 votos
  3. 2004
    MDB 15601· centro· na urna, Cláudio Rocha
    eleito379 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Claudio Rocha declarou R$ 114,5 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2012, o total caiu R$ 559,6 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 114,5 mil
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 52.234 na declaração)

Mais da metade (57%) dos candidatos a vereador no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2012.

Cada quadrado é 1% de R$ 114,5 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Claudio Rocha declarou ao TSE R$ 39 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 26 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 1 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2012 · Vereador · Conceição de Macabu (RJ) · PP · não eleito

De onde veio

R$ 1.824
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 1.824
O maior gasto foi com material impresso: 100% do total. Em reais de hoje.

Quanto custou cada voto: vereador, Conceição de Macabu (RJ), 2012

Mediana da disputa: R$ 56,2 por voto. Quem venceu, Kódia, gastou R$ 28,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 132; o mais barato, R$ 28,2.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2008, vereador: 25 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 15 votos por R$ 1.000, 57% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.