Claudio Roberto
Claudio Roberto de Souza Oliveira · nasceu em 1978
Claudio Roberto se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em nenhuma.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2008, chapa não eleita.
Declarou ao TSE em 2008: 29 anos, ensino médio, servidor público federal. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008Vice-prefeito · Brejolândia (BA)PT 15· centro-esquerdaNa chapa de Rapaizinhochapa não eleita3.089 votos da chapa, 47,1%
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Claudio Roberto declarou R$ 103,8 mil em bens, em reais de hoje.
Os 4 itens declarados em 2008, do maior ao menor
- Um veiculo corsa sedanR$ 48,5 milVeículos, barcos e aeronaves
- Uma casa residencialR$ 27 milImóveis
- Uma moto cg fanR$ 14,8 milVeículos, barcos e aeronaves
- 10 Cabeças reses bovinasR$ 13,5 milBens rurais e animais
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Claudio Roberto declarou ao TSE R$ 1,5 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Vereador · Brejolândia (BA) · PT · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Brejolândia (BA), 2004
Mediana da disputa: R$ 25,1 por voto. Quem venceu, Ze Goiás, gastou R$ 8,10 por voto. O voto mais caro custou R$ 49,1; o mais barato, R$ 8,10.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Arnaldo PPR$ 5,2 mil · 106 votosR$ 49,1
- Miro DEMR$ 15 mil · 296 votosR$ 49,1
- Mateus Do Limoeiro DEMR$ 6,8 mil · 138 votosR$ 49
- Zeca Cabeca Branca DEMR$ 9,1 mil · 192 votosR$ 47,2
- Delson Do Sertaozinho DEMR$ 8 mil · 263 votosR$ 30,4
- Zita Do Loro DEMR$ 3,2 mil · 127 votosR$ 25,6
- Neto Da Santa Luzia DEMR$ 2,9 mil · 116 votosR$ 25,1
- Ednalvo DEMR$ 5,5 mil · 244 votosR$ 22,6
- Irio MDBR$ 4,3 mil · 236 votosR$ 18,2
- Jacinto Da Bela PPR$ 3,3 mil · 194 votosR$ 16,8
- Preto PSDBR$ 4,5 mil · 276 votosR$ 16,2
- Ze Goiás PPR$ 3,3 mil · 402 votosR$ 8,10
Votos por real
- 2004, vereador: 113 votos por R$ 1.000, 2 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.