Apuração
Deputado federal · 2018 · PTB

Cláudio Prates

Cláudio Ribeiro Prates · nasceu em 1967

Cláudio Prates se candidatou em 4 eleições, de 2012 a 2018, e foi eleito em 2.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPTB+0,26← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2012PTB2014PTB2016PTB2018PTB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012 e 2016.

Sempre pelo PTB.

Dep. federalDep. estadualVereadorPartidoPTB2012201420162018
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2018, suplente.

Declarou ao TSE em 2018: 51 anos, ensino médio, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2018
    Deputado federal · Minas Gerais
    PTB 1433· centro-direita
    suplente28.023 votos; 93º mais votado de 825 no estado
  2. 2016
    Vereador · Montes Claros (MG)
    PTB 14333· centro-direita· na urna, Claudio Prates
    eleito3.191 votos
  3. 2014
    Deputado estadual · Minas Gerais
    PTB 14333· centro-direita
    suplente26.901 votos; 117º mais votado de 1.055 no estado
  4. 2012
    Vereador · Montes Claros (MG)
    PTB 14333· centro-direita· na urna, Claudio Prates
    eleito3.374 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2018, Cláudio Prates teve 28.023 votos para deputado federal, 0,3% dos votos válidos do estado: 93º lugar entre 825 candidatos.

Recebeu votos em 312 cidades. Montes Claros deu 65,4% deles; as 15 cidades que mais votaram, 86,5%.

28.023 votos
votos para deputado federal em 2018
Cada quadrado é 1% de 28.023 votos.
  1. Montes Claros (MG)18.325 votos65,4%
  2. Belo Horizonte (MG)2.122 votos7,6%
  3. Janaúba (MG)593 votos2,1%
  4. Brasília de Minas (MG)509 votos1,8%
  5. Francisco Sá (MG)457 votos1,6%
  6. Outras 297 cidades3.778 votos13,5%
As outras 1 eleições para deputado
26.901 votos
votos para deputado estadual em 2014
Cada quadrado é 1% de 26.901 votos.
  1. Montes Claros (MG)20.871 votos77,6%
  2. Belo Horizonte (MG)552 votos2,1%
  3. Mirabela (MG)422 votos1,6%
  4. Brasília de Minas (MG)407 votos1,5%
  5. Francisco Sá (MG)402 votos1,5%
  6. Outras 241 cidades2.253 votos8,4%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2018, Cláudio Prates declarou R$ 882,7 mil em bens, em reais de hoje: 5,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2012 e 2018, o total subiu R$ 834,5 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 50 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 882,7 mil
em bens declarados em 2018, em reais de setembro de 2026 (R$ 580.000 na declaração)

Declarou 5,8 vezes a mediana dos candidatos a deputado federal em Minas Gerais em 2018.

  • Cláudio PratesR$ 882,7 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 152,2 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1,6 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 882,7 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 4 itens declarados em 2018, do maior ao menor
  1. #Nulo#R$ 684,9 mil
    Casa
  2. #Nulo#R$ 106,5 mil
    Quotas ou quinhões de capital
  3. #Nulo#R$ 53,3 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  4. #Nulo#R$ 38 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Cláudio Prates declarou ao TSE R$ 988 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2018, para deputado federal: R$ 608 mil, 56% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 20 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2018 · Deputado federal · Minas Gerais · PTB · suplente

De onde veio

R$ 607,9 mil
56% veio de fundos públicos; 34 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 607,9 mil.
  1. Fundo eleitoralTudo de Partido Trabalhista BrasileiroR$ 301,6 mil49,6%
  2. Pessoas34 pessoas, não nomeadasR$ 243,6 mil40,1%
  3. Fundo partidárioTudo de Diretorio Regional Do Democratas De Minas GeraisR$ 36,9 mil6,1%
  4. Outros candidatosR$ 20,9 mil3,4%
  5. PartidoR$ 2.7700,5%
  6. VaquinhaR$ 2.1740,4%

Para onde foi

R$ 621,6 mil
O maior gasto foi com serviços: 64% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 621,6 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. TransporteR$ 23,4 mil3,8%
  2. EscritórioR$ 13,9 mil2,2%
  3. InternetR$ 7.5401,2%

Quanto custou cada voto: deputado federal, Minas Gerais, 2018

Mediana da disputa: R$ 48,9 por voto. Quem venceu, Rodrigo De Castro, gastou R$ 19,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 139; o mais barato, R$ 19,8.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2018, deputado federal: 45 votos por R$ 1.000, 51% da mediana da disputa.
  • 2016, vereador: 59 votos por R$ 1.000, 75% da mediana da disputa.
  • 2014, deputado estadual: 99 votos por R$ 1.000, 2,3 vezes a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 64 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.