Claudio Borges
Francisco Claudio Costa Borges · nasceu em 1968
Claudio Borges se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Passou por 4 partidos: REPUBLICANOS (2008), PSB (2012), CIDADANIA (2016), MDB (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 51 anos, ensino médio, militar reformado, cor parda. A cor declarada mudou: preta em 2016, parda em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Claudio Borges declarou R$ 113,7 mil em bens, em reais de hoje: 7,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Ceará. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 67,9 mil acima da inflação.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Declarou 7,8 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Ceará em 2016.
- Claudio BorgesR$ 113,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 14,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 85 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Claudio Borges declarou ao TSE R$ 86 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 49 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Pacatuba (CE) · MDB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 3.11373,3%
- PessoasR$ 1.13226,7%
Para onde foi
- Material impressoR$ 2.30062,9%
- ServiçosR$ 70819,3%
- TransporteR$ 60116,4%
- EscritórioR$ 481,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Pacatuba (CE), 2020
Mediana da disputa: R$ 17 por voto. Quem venceu, Paulo Neto, gastou R$ 9,97 por voto. O voto mais caro custou R$ 36,8; o mais barato, R$ 9,97.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 7 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Pedro Bertoldo PSDR$ 24 mil · 664 votosR$ 36,8
- Enfermeira Karina PDTR$ 12 mil · 630 votosR$ 18,4
- Aristides Grangeiro PSBR$ 11 mil · 634 votosR$ 17
- Bim Araújo PPR$ 12 mil · 996 votosR$ 11,7
- Paulo Neto MDBR$ 12 mil · 1.171 votosR$ 9,97
Votos por real
- 2020, vereador: 54 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 14 votos por R$ 1.000, 38% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 15 votos por R$ 1.000, 30% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 73 votos por R$ 1.000, 44% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.