Apuração
Deputado estadual · 2006 · MDB

Claudio Pilon

Claudio Roberto Scolari Pilon · nasceu em 1963

Claudio Pilon se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2006, e foi eleito em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,07← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004MDB2006MDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo MDB.

Dep. estadualPrefeitoPartidoMDB20042006
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2006, suplente.

Declarou ao TSE em 2006: 42 anos, superior incompleto, empresário. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2006
    Deputado estadual · Rondônia
    MDB 15541· centro
    suplente3.574 votos; 59º mais votado de 365 no estado
  2. 2004
    MDB 15· centro· na urna, Cláudio Pillon
    candidatura não chegou à urna

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Claudio Pilon teve 3.574 votos para deputado estadual, 0,5% dos votos válidos do estado: 59º lugar entre 365 candidatos.

Recebeu votos em 11 cidades. Guajará-Mirim deu 87,7% deles.

3.574 votos
votos para deputado estadual em 2006
Cada quadrado é 1% de 3.574 votos.
  1. Guajará-Mirim (RO)3.136 votos87,7%
  2. Nova Mamoré (RO)248 votos6,9%
  3. Porto Velho (RO)168 votos4,7%
  4. Candeias do Jamari (RO)11 votos0,3%
  5. Costa Marques (RO)3 votos0,1%
  6. Rolim de Moura (RO)1 voto< 0,1%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Claudio Pilon declarou ao TSE R$ 219 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para prefeito: R$ 182 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 5 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2006 · Deputado estadual · Rondônia · MDB · suplente

De onde veio

R$ 36,5 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 36,5 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Próprio bolsoR$ 8.89924,4%
  2. Outros candidatosTudo de Marinha Raupp 1515-RoR$ 5.79015,9%
  3. PessoasR$ 1.7804,9%

Para onde foi

R$ 36,4 mil
O maior gasto foi com transporte: 35% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 36,4 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. ServiçosR$ 1.4984,1%
  2. EventosR$ 2970,8%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Rondônia, 2006

Mediana da disputa: R$ 58,9 por voto. Quem venceu, Ezequiel Neiva, gastou R$ 23,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 12.173; o mais barato, R$ 23,6.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 3 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2006, deputado estadual: 98 votos por R$ 1.000, 2,6 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.