Claudio Patchola
Edclaudio Ferreira dos Santos · nasceu em 1977
Claudio Patchola se candidatou em 3 eleições, de 2016 a 2020, e foi eleito em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo REDE.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 43 anos, até o fundamental, administrador, cor parda. A cor declarada mudou: parda em 2016, preta em 2018, parda em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2018
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2018, Claudio Patchola teve 286 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 166º lugar entre 286 candidatos.
Recebeu votos em 12 cidades. Itaporanga D'ajuda deu 75,2% deles.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Claudio Patchola declarou ao TSE R$ 2,3 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2018, para deputado estadual: R$ 2,2 mil, 7,6% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Itaporanga D'ajuda (SE) · REDE · não eleito
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereador, Itaporanga D'ajuda (SE), 2020
Mediana da disputa: R$ 19,5 por voto. Quem venceu, Junior De Celinha, gastou R$ 7,77 por voto. O voto mais caro custou R$ 186; o mais barato, R$ 7,77.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Zezinho Cavalcante CIDADANIAR$ 5,9 mil · 32 votosR$ 186
- Felipe Sobral PPR$ 29 mil · 694 votosR$ 41,4
- Wedno Moraes REPUBLICANOSR$ 7,1 mil · 229 votosR$ 30,9
- Leide A Gordinha Do Sindicato PTR$ 4,7 mil · 159 votosR$ 29,4
- Ivan Do Conselho MDBR$ 13 mil · 475 votosR$ 26,7
- Cicinato PSDR$ 4,2 mil · 166 votosR$ 25,6
- Mamá Jogador PLR$ 8,1 mil · 415 votosR$ 19,5
- Renatinho De Ze De Lili SOLIDARIEDADER$ 5 mil · 270 votosR$ 18,3
- Guilherme Mandarino PLR$ 8,6 mil · 471 votosR$ 18,3
- Neguinho Do Sapé PLR$ 4,2 mil · 392 votosR$ 10,8
- Mariza Da Mata MDBR$ 3,9 mil · 383 votosR$ 10,2
- Junior De Celinha REPUBLICANOSR$ 3,4 mil · 439 votosR$ 7,77
Votos por real
- 2018, deputado estadual: 286 votos por R$ 1.000, 3,3 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.