Claudio Nogueira
Jose Claudio Nogueira · nasceu em 1965
Claudio Nogueira se candidatou em 7 eleições, de 2002 a 2016, e foi eleito em 2. Em 2 delas, a candidatura não chegou à urna.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2008.
Passou por 2 partidos: PDT (2002–2010), PSB (2012–2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, candidatura não chegou à urna.
Declarou ao TSE em 2016: 51 anos, superior completo, policial civil, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2010
- 2008
- 2006Deputado estadual · CearáPDT 12580· centro-esquerdasuplente1.785 votos; 176º mais votado de 543 no estado
- 2004
- 2002Deputado estadual · CearáPDT 12222· centro-esquerdasuplente2.662 votos; 143º mais votado de 397 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Claudio Nogueira teve 1.785 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 176º lugar entre 543 candidatos.
Recebeu votos em 68 cidades. Quixeramobim deu 36,3% deles; as 15 cidades que mais votaram, 91,7%.
As outras 1 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Claudio Nogueira declarou R$ 19,5 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2006 e 2016, o total caiu R$ 4.362, já descontada a inflação.
Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador no Ceará em 2016.
- Claudio NogueiraR$ 19,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 14,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 85 mil
Cada quadrado, R$ 2.500.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Claudio Nogueira declarou ao TSE R$ 33 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputado estadual: R$ 18 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Quixeramobim (CE) · PSB · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Quixeramobim (CE), 2012
Mediana da disputa: R$ 34,5 por voto. Quem venceu, Clebio Pavone, gastou R$ 12,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 74,7; o mais barato, R$ 12,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Cristina Pimenta PSBR$ 90 mil · 1.199 votosR$ 74,7
- Aldenora PSBR$ 43 mil · 740 votosR$ 58,6
- Paulo Ferreira PTR$ 43 mil · 955 votosR$ 44,7
- Fátima Vasconcelos PSDR$ 29 mil · 708 votosR$ 41,6
- Terezinha Pimentel PTBR$ 26 mil · 709 votosR$ 37,3
- Maninho Coelho MDBR$ 26 mil · 759 votosR$ 34,5
- Claudinha Borges MDBR$ 69 mil · 2.146 votosR$ 32,4
- Edson Nogueira PTR$ 38 mil · 1.321 votosR$ 29,1
- François Saldanha PSDR$ 59 mil · 2.278 votosR$ 25,9
- Zé Helan MDBR$ 26 mil · 1.136 votosR$ 22,9
- Clebio Pavone PSDR$ 46 mil · 3.542 votosR$ 12,9
Votos por real
- 2012, vereador: 151 votos por R$ 1.000, 5,3 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 117 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 481 votos por R$ 1.000, 3,3 vezes a mediana da disputa.
- 2002, deputado estadual: 147 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.