Claudio Medeiros Biá
Claudio Medeiros · nasceu em 1958
Claudio Medeiros Biá se candidatou em 2 eleições, de 2016 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PTB (2016), PODE (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 62 anos, até o fundamental, servidor público municipal, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Claudio Medeiros Biá declarou R$ 2.155 em bens, em reais de hoje.
Declarou 13% da mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2020.
- Claudio Medeiros BiáR$ 2.155
- Mediana dos candidatosR$ 17,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 112,8 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Claudio Medeiros Biá declarou ao TSE R$ 759 em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereador: R$ 623.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Ipiguá (SP) · PODE · não eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 41065,9%
- Outros candidatosR$ 21234,1%
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereador, Ipiguá (SP), 2020
Mediana da disputa: R$ 3,98 por voto. Quem venceu, Jesus, gastou R$ 0,93 por voto. O voto mais caro custou R$ 17,7; o mais barato, R$ 0,93.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 2 sem gasto declarado.
Ver em tabela
- Dona Dita Da Horta PSDBR$ 142 · 8 votosR$ 17,7
- Nivaldo Avelino PODER$ 215 · 26 votosR$ 8,27
- Renato Batatão PSDR$ 1,6 mil · 286 votosR$ 5,44
- Cris Recanto 18 PSDBR$ 212 · 44 votosR$ 4,82
- Néia Rosseto PSDR$ 354 · 87 votosR$ 4,07
- Eneas SOLIDARIEDADER$ 637 · 160 votosR$ 3,98
- Donizete Do Juvenil PSDBR$ 425 · 107 votosR$ 3,97
- Estevão PSDBR$ 212 · 66 votosR$ 3,22
- Jose Augusto DEMR$ 635 · 203 votosR$ 3,13
- Jesus DEMR$ 142 · 152 votosR$ 0,93
Votos por real
- 2016, vereador: 55 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.