Claudio Klumb
Claudio Luiz Klumb · nasceu em 1971
Claudio Klumb se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 2.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2012.
Passou por 2 partidos: PP (2004–2008), DEM (2012–2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 49 anos, superior completo, administrador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Claudio Klumb declarou R$ 311,8 mil em bens, em reais de hoje: 5,4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 96,1 mil acima da inflação.
Declarou 5,4 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2020.
- Claudio KlumbR$ 311,8 mil
- Mediana dos candidatosR$ 57,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 206,9 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 5 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Um terreno com casa na avenida jacaranda n 198 em morro…R$ 215,5 milTerreno
- Um automovel VW voiage 1R$ 60,3 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Uma fração de terras localizada na colonia sao domingos em…R$ 21,5 milTerra nua
- Uma fração de terras localizada na avenida jacaranda n 395…R$ 11,5 milTerra nua
- Capital junto ao sicrediR$ 3.014Outros créditos e poupança vinculada
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Claudio Klumb declarou ao TSE R$ 15 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 4,1 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Morro Redondo (RS) · DEM · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 2.54780,4%
- PessoasR$ 56617,9%
- Outros candidatosR$ 541,7%
Para onde foi
- ServiçosR$ 93455%
- TransporteR$ 47327,8%
- Material impressoR$ 23513,8%
- Rádio, TV e vídeoR$ 352,1%
- EscritórioR$ 231,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Morro Redondo (RS), 2020
Mediana da disputa: R$ 27,9 por voto. Quem venceu, Vivian, gastou R$ 7,74 por voto. O voto mais caro custou R$ 472; o mais barato, R$ 7,74.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Ana Moraes PPR$ 2,8 mil · 6 votosR$ 472
- Ana Porto PPR$ 2,8 mil · 13 votosR$ 218
- Adilson Mortagua PPR$ 2,8 mil · 22 votosR$ 129
- Fernanda Blank PPR$ 2,8 mil · 30 votosR$ 94,3
- Zelodir Novack DEMR$ 11 mil · 124 votosR$ 86,5
- Rodrigão PPR$ 2,8 mil · 52 votosR$ 54,4
- Maria Eni PPR$ 2,7 mil · 98 votosR$ 27,9
- Mara Andreoli DEMR$ 2,3 mil · 99 votosR$ 23
- Thiarles Schneider PTR$ 4,5 mil · 227 votosR$ 19,9
- Pastor Luis Fernando PTBR$ 2,4 mil · 126 votosR$ 18,7
- Leticia Santos PSDBR$ 2,7 mil · 242 votosR$ 11,2
- Vivian PSDBR$ 2,1 mil · 275 votosR$ 7,74
Votos por real
- 2020, vereador: 55 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 41 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 45 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 51 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.