Cláudio José Pasqualeto
Claudio José Pasqualeto · nasceu em 1968
Cláudio José Pasqualeto se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016.
Passou por 3 partidos: PSDB (2004), AGIR (2012), PODE (2016–2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 52 anos, superior completo, relações-públicas, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Cláudio José Pasqualeto declarou R$ 198,2 mil em bens, em reais de hoje: 11 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2012 e 2020, o total caiu R$ 64,7 mil, já descontada a inflação.
Declarou 11 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2020.
- Cláudio José PasqualetoR$ 198,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 17,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 112,8 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Os 4 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Uma residência de alvenaria na Rua das Dracenas n. 212R$ 143,6 milCasa
- Volkswagen GolR$ 31,6 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Ford Ka, ano 2010R$ 21,5 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Um blog na internet com nome de BASTIDORES DA NOTÍCIA…R$ 1.436Outros bens e direitos
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Cláudio José Pasqualeto declarou ao TSE R$ 19 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 11 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Dracena (SP) · PODE · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 1.13245%
- Outros candidatosR$ 99139,4%
- Fundo eleitoralR$ 39315,6%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Dracena (SP), 2020
Mediana da disputa: R$ 39,4 por voto. Quem venceu, Vitin Palhares, gastou R$ 5,16 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.604; o mais barato, R$ 5,16.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Ester De Oliveira PSDBR$ 24 mil · 15 votosR$ 1.604
- Marcolino Do Gás MDBR$ 8,5 mil · 64 votosR$ 133
- Vânia Xuxa Do Brasilândia MDBR$ 7,1 mil · 55 votosR$ 129
- Professora Tatiana MDBR$ 7,1 mil · 58 votosR$ 122
- Cido Celestino PSDBR$ 16 mil · 134 votosR$ 116
- Sara Scarabelli PODER$ 17 mil · 363 votosR$ 47
- Dr. Sérgio PVR$ 12 mil · 307 votosR$ 39,4
- Rodrigo Castilho PSDBR$ 6,9 mil · 539 votosR$ 12,8
- Pedro Trabuco PSBR$ 5,8 mil · 489 votosR$ 11,8
- Melão PPR$ 3,8 mil · 470 votosR$ 8,11
- Danilo Ledo DEMR$ 3,9 mil · 563 votosR$ 6,91
- Vitin Palhares PPR$ 3,8 mil · 742 votosR$ 5,16
Votos por real
- 2020, vereador: 251 votos por R$ 1.000, 2,7 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 147 votos por R$ 1.000, 2,9 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 37 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 295 votos por R$ 1.000, 4,1 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.