Cláudio da Emater
Claudio Claret Fernandes · nasceu em 1959
Cláudio da Emater se candidatou em 2 eleições, de 2008 a 2012, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: MDB (2008), PTB (2012).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 53 anos, ensino médio, técnico em agronomia e agrimensura. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Cláudio da Emater declarou R$ 296,6 mil em bens, em reais de hoje.
Em 2012, não declarou nenhum bem.
Mais da metade (50%) dos candidatos a vereador no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2008.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Cláudio da Emater declarou ao TSE R$ 3 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 2,2 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Cambuci (RJ) · PTB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 1.98491,7%
- Outros candidatosR$ 1808,3%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Cambuci (RJ), 2012
Mediana da disputa: R$ 38 por voto. Quem venceu, Tadeu, gastou R$ 19 por voto. O voto mais caro custou R$ 239; o mais barato, R$ 19.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Marco Paes PTR$ 47 mil · 198 votosR$ 239
- Xicão MDBR$ 9,9 mil · 49 votosR$ 201
- Sebastião Tatão PHSR$ 20 mil · 216 votosR$ 91,4
- Marcio Terra DCR$ 12 mil · 229 votosR$ 54,4
- Murillo Melo PTR$ 8,5 mil · 166 votosR$ 51,1
- Murillo Defanti PTBR$ 18 mil · 372 votosR$ 47,2
- Kalú MDBR$ 12 mil · 316 votosR$ 38
- Leila Velasco PSCR$ 15 mil · 428 votosR$ 35,3
- Dr Homero PDTR$ 10 mil · 376 votosR$ 27,7
- David Ney MDBR$ 14 mil · 572 votosR$ 23,7
- Rogerinho PSDBR$ 6,3 mil · 304 votosR$ 20,6
- Tadeu PTBR$ 13 mil · 691 votosR$ 19
Votos por real
- 2012, vereador: 65 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 187 votos por R$ 1.000, 4,7 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.