Claudio Cobó
Claudio Pereira da Silva · nasceu em 1978
Claudio Cobó se candidatou em 2 eleições, de 2016 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: SOLIDARIEDADE (2016), MDB (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 41 anos, até o fundamental, comerciante, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Claudio Cobó declarou R$ 33 mil em bens, em reais de hoje: 4,6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia. Entre 2016 e 2020, o total caiu R$ 2.704, já descontada a inflação.
Declarou 4,6 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2020.
- Claudio CobóR$ 33 mil
- Mediana dos candidatosR$ 7.182
- Mediana dos eleitosR$ 90,5 mil
Cada quadrado, R$ 2.500.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Claudio Cobó declarou ao TSE R$ 2,1 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereador: R$ 1,1 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Conde (BA) · MDB · suplente
De onde veio
Para onde foi
- Material impressoR$ 92095,4%
- EscritórioR$ 444,6%
Quanto custou cada voto: vereador, Conde (BA), 2020
Mediana da disputa: R$ 5,25 por voto. Quem venceu, Danilo De Tequinho, gastou R$ 4,44 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.017; o mais barato, R$ 4,44.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Denise Modesto MDBR$ 7,1 mil · 7 votosR$ 1.017
- Assis Do Acarajé PODER$ 3,2 mil · 199 votosR$ 15,9
- Justo Abel PSDR$ 2,2 mil · 164 votosR$ 13,1
- Nando De Pereira PSDBR$ 2,4 mil · 237 votosR$ 10,3
- Reinaldinho Schiavon PODER$ 4,6 mil · 466 votosR$ 9,86
- Jêuvan Santos PODER$ 3,2 mil · 343 votosR$ 9,22
- Amilton Do Assentamento MDBR$ 1,6 mil · 314 votosR$ 5,25
- Didi PODER$ 1,8 mil · 350 votosR$ 5,01
- Cristiano Cruz PODER$ 2,6 mil · 544 votosR$ 4,71
- Luiz Dentista PTR$ 1,8 mil · 377 votosR$ 4,65
- Waltinho Da Cristal PDTR$ 2,3 mil · 490 votosR$ 4,59
- Danilo De Tequinho PDTR$ 1,7 mil · 380 votosR$ 4,44
Votos por real
- 2020, vereador: 119 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 273 votos por R$ 1.000, 5,5 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.