Claudio Schultz
Claudio Leonir Schultz · nasceu em 1964
Claudio Schultz se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em 2.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008 e 2012.
Passou por 2 partidos: PDT (2008–2012), PP (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 52 anos, até o fundamental, vereador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Claudio Schultz declarou R$ 413,5 mil em bens, em reais de hoje: 5,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 165,5 mil acima da inflação.
Declarou 5,7 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2016.
- Claudio SchultzR$ 413,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 73,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 209,9 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 6 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Dinheiro em especio moeda nacionalR$ 155,4 milDinheiro em espécie
- Uma casa na rua santos dumont 14 em tapera RSR$ 113,5 milCasa
- Um automovel GM cobalt 1.4R$ 78 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Um automovel fiat estrada ano 2013 placa iva 5099R$ 40,6 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Um automovel fiat uno ano 2001 placas dcc 2476R$ 19,5 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Quota capital no sicredi tapera-rsR$ 6.499Quotas ou quinhões de capital
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Claudio Schultz declarou ao TSE R$ 13 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 4,7 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Tapera (RS) · PP · suplente
De onde veio
- Fundo partidárioR$ 2.42961%
- PartidoR$ 74518,7%
- Próprio bolsoR$ 48612,2%
- PessoasR$ 3248,1%
Para onde foi
- ServiçosR$ 1.94348,8%
- Material impressoR$ 1.10927,8%
- TransporteR$ 93123,4%
Quanto custou cada voto: vereador, Tapera (RS), 2016
Claudio Schultz: R$ 15,1 por voto (mediana da disputa, R$ 23,6). Quem venceu, Pipe, gastou R$ 10,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 53,7; o mais barato, R$ 10,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Claudio Schultz. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 2 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Dionisio PPR$ 3,4 mil · 64 votosR$ 53,7
- Jacson Lauxen PDTR$ 14 mil · 326 votosR$ 41,9
- Yeda Gregory MDBR$ 4,6 mil · 157 votosR$ 29,3
- Pita PPR$ 4,8 mil · 181 votosR$ 26,6
- Rodrigo PTBR$ 5,8 mil · 246 votosR$ 23,7
- Arizinho PPR$ 5,2 mil · 219 votosR$ 23,6
- Claudio Schultz PPR$ 4 mil · 263 votosR$ 15,1
- Alexandre Durigon PPR$ 4,2 mil · 353 votosR$ 11,9
- Elias Goulart PPR$ 3,4 mil · 294 votosR$ 11,5
- Pipe PSBR$ 3,4 mil · 320 votosR$ 10,6
Votos por real
- 2016, vereador: 66 votos por R$ 1.000, 93% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 65 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 77 votos por R$ 1.000, 92% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.