Claudio Lesnik
nasceu em 1960
Claudio Lesnik se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 2.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Os votos de 2016 foram anulados depois pela Justiça Eleitoral e não contam no resultado oficial de hoje.
O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2004 e 2012.
Sempre pelo PSDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2016, votos anulados pela Justiça Eleitoral.
Declarou ao TSE em 2016: 56 anos, ensino médio, servidor público civil aposentado, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Claudio Lesnik declarou R$ 887,1 mil em bens, em reais de hoje: 1,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2012 e 2016, o total subiu R$ 226 mil acima da inflação.
Declarou 1,7 vezes a mediana dos candidatos a prefeito no Rio Grande do Sul em 2016.
- Claudio LesnikR$ 887,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 531,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 592,9 mil
Cada quadrado, R$ 25 mil.
Os 4 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Casa de alvenariaR$ 485,8 milCasa
- Propriedade rural 5.28 hectares herançaR$ 324,9 milOutros bens imóveis rural
- Numerário em mãosR$ 48,7 milDinheiro em espécie
- Ford fiesta 1.0 ano 2009R$ 27,6 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Claudio Lesnik declarou ao TSE R$ 446 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para prefeito: R$ 259 mil.
Campanha a campanha
2016 · Prefeito · Dom Feliciano (RS) · PSDB · votos anulados pela Justiça Eleitoral
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 53,3 mil97%
- PessoasR$ 1.6193%
Para onde foi
- Serviços4 pessoas, não nomeadasR$ 5.0209,1%
- EscritórioR$ 1.9433,5%
Quanto custou cada voto: prefeito, Dom Feliciano (RS), 2016
Mediana da disputa: R$ 21,6 por voto. Quem venceu, Clenio, gastou R$ 21,6 por voto.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Votos por real
- 2012, prefeito: 36 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
- 2004, prefeito: 15 votos por R$ 1.000, 23% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.