Cláudio
Cláudio Gonçalo Ferreira · nasceu em 1969
Cláudio se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo MDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 51 anos, até o fundamental, agricultor, cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2016, parda em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Cláudio declarou R$ 215,5 mil em bens, em reais de hoje: 10 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2016 e 2020, o total subiu R$ 199,2 mil acima da inflação.
Declarou 10 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.
- CláudioR$ 215,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Cláudio declarou ao TSE R$ 3,1 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 2,1 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Monsenhor Paulo (MG) · MDB · suplente
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereador, Monsenhor Paulo (MG), 2020
Mediana da disputa: R$ 44,2 por voto. Quem venceu, Zé Bolão, gastou R$ 13,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 211; o mais barato, R$ 13,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Leila Rocha PPR$ 3,6 mil · 17 votosR$ 211
- Dr. Nascimento DEMR$ 14 mil · 127 votosR$ 111
- Soninha DEMR$ 17 mil · 181 votosR$ 91,3
- Neusa Garcia Ribeiro PPR$ 3,3 mil · 37 votosR$ 89,2
- Ronaldo Matias Pelota DEMR$ 14 mil · 160 votosR$ 88,5
- Jesse Mariano PPR$ 5,5 mil · 118 votosR$ 46,8
- Vicente Do Açougue PPR$ 4,2 mil · 96 votosR$ 44,2
- Kadu Brandão MDBR$ 8,2 mil · 319 votosR$ 25,8
- Vinícius Luciano PPR$ 4,4 mil · 199 votosR$ 22,3
- Juceli Andrade PPR$ 3,5 mil · 217 votosR$ 16,2
- Diego Cauvilla PPR$ 3,9 mil · 251 votosR$ 15,6
- Zé Bolão PPR$ 4 mil · 290 votosR$ 13,7
Votos por real
- 2016, vereador: 91 votos por R$ 1.000, 2,3 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 182 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.