Apuração
Vereador · 2016 · DEM

Claudinho do Rosarial

Claudio Roberto Alves de Moraes · nasceu em 1971

Claudinho do Rosarial se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 1.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoDEM+0,53← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PP2008PDT2012DEM2016DEM← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.

Passou por 3 partidos: PP (2004), PDT (2008), DEM (2012–2016).

Vice-prefeitoVereadorPartidoPPPDTDEM2004200620082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 45 anos, superior completo, contador, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereador · Ibiúna (SP)
    DEM 25333· direita
    suplente
  2. 2012
    Vice-prefeito · Ibiúna (SP)
    DEM 25· direita
    Na chapa de Paulinho da Saúde
    chapa não eleita3.018 votos da chapa, 7,2%
  3. 2008
    Vereador · Ibiúna (SP)
    PDT 12333· centro-esquerda
    eleito1.279 votos
  4. 2004
    Vereador · Ibiúna (SP)
    PP 11333· direita
    não eleito

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Claudinho do Rosarial declarou R$ 30,4 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 14,7 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 2.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 30,4 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 18.700 na declaração)

Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2016.

  • Claudinho do RosarialR$ 30,4 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 23,6 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 137,8 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 30,4 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Claudinho do Rosarial declarou ao TSE R$ 8,8 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 8,3 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 200.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Ibiúna (SP) · DEM · suplente

De onde veio

R$ 494
0% veio de fundos públicos; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 494.
  1. Outros candidatosR$ 38177%
  2. PessoasR$ 11323%

Para onde foi

R$ 494
O maior gasto foi com material impresso: 61% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 494.
  1. Material impressoR$ 30060,7%
  2. ServiçosR$ 19439,3%

Quanto custou cada voto: vereador, Ibiúna (SP), 2016

Mediana da disputa: R$ 14,5 por voto. Quem venceu, Paulinho Dias, gastou R$ 5,30 por voto. O voto mais caro custou R$ 39,9; o mais barato, R$ 5,30.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, vereador: 404 votos por R$ 1.000, 8,2 vezes a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 154 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.