Claudinho do Geso
Odair Claudinei da Silva · nasceu em 1976
Claudinho do Geso se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em 3.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008, 2012 e 2016.
Passou por 2 partidos: DEM (2008–2016), PSC (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 43 anos, até o fundamental, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Claudinho do Geso declarou R$ 211,2 mil em bens, em reais de hoje: 9,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 64,2 mil acima da inflação.
Declarou 9,8 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.
- Claudinho do GesoR$ 211,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 4 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- 01 terreno de 180 m² situado a rua Pedro Lopes Fernandes…R$ 172,4 milTerreno
- 01 moto NXR bos ano 2018 placa FVR4406R$ 15,1 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- 01 moto NXR 160 bros ano 2017 placa GEN5046R$ 15,1 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- 01 veículo Fiat Uno ano 1996 placa KCV 4525R$ 8.619Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Claudinho do Geso declarou ao TSE R$ 14 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 7,6 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Natércia (MG) · PSC · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 1.35981%
- Outros candidatosR$ 31819%
Para onde foi
- Material impressoR$ 73669,8%
- ServiçosR$ 31830,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Natércia (MG), 2020
Claudinho Do Geso: R$ 11,3 por voto (mediana da disputa, R$ 14). Quem venceu, Fernando Do São Bernardo, gastou R$ 6,20 por voto. O voto mais caro custou R$ 100; o mais barato, R$ 6,20.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Claudinho Do Geso. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Rafaela Do Zé Darcio PSCR$ 601 · 6 votosR$ 100
- Edinho PSCR$ 1,1 mil · 16 votosR$ 65,9
- Rogério Motorista PSCR$ 1,7 mil · 43 votosR$ 40,6
- Rosimeire Major PSCR$ 601 · 15 votosR$ 40,1
- Maurides Rodera PTR$ 934 · 54 votosR$ 17,3
- Antonio Carlos PSCR$ 1,2 mil · 75 votosR$ 15,6
- Silvio Do Jeca PTR$ 2 mil · 142 votosR$ 14
- Cidinha PSCR$ 729 · 60 votosR$ 12,1
- Claudinho Do Geso PSCR$ 1,1 mil · 93 votosR$ 11,3
- Wilson PPR$ 1,1 mil · 136 votosR$ 7,87
- Valéria Do Benevides PSCR$ 601 · 94 votosR$ 6,40
- Fernando Do São Bernardo PSCR$ 601 · 97 votosR$ 6,20
Votos por real
- 2020, vereador: 88 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 41 votos por R$ 1.000, 93% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 22 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 120 votos por R$ 1.000, 2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.