Claudinho
Luis Claudio Pereira das Dores · nasceu em 1972
Claudinho se candidatou em 6 eleições, de 2008 a 2024, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Passou por 4 partidos: DC (2008), PL (2012–2016), PDT (2020), AGIR (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 52 anos, ensino médio, agente administrativo, cor parda. A cor declarada mudou: parda em 2014, branca em 2016, parda em 2024. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
- 2014Deputado estadual · Rio de JaneiroPL 22007· direitasuplente7.551 votos; 191º mais votado de 1.846 no estado
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2014, Claudinho teve 7.551 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 191º lugar entre 1.846 candidatos.
Recebeu votos em 38 cidades. Angra dos Reis deu 83,8% deles; as 15 cidades que mais votaram, 98,9%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Claudinho declarou R$ 179 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2012 e 2024, o total subiu R$ 160,3 mil acima da inflação.
Mais da metade (56%) dos candidatos a vereador no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2024.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 6 campanhas com contas prestadas, Claudinho declarou ao TSE R$ 908 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para prefeito: R$ 579 mil, 85% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Angra dos Reis (RJ) · AGIR · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 4.26563,9%
- Fundo eleitoralR$ 2.40636,1%
Para onde foi
- InternetR$ 2.97244,6%
- ServiçosR$ 2.40636,1%
- Material impressoR$ 1.26519%
- EscritórioR$ 240,4%
Quanto custou cada voto: vereador, Angra dos Reis (RJ), 2024
Mediana da disputa: R$ 166 por voto. Quem venceu, Jorginho Brum, gastou R$ 33,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 638; o mais barato, R$ 33,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Eline Nascimento PLR$ 87 mil · 137 votosR$ 638
- Alinne Campos PLR$ 212 mil · 701 votosR$ 302
- Rafaelle Firmino PPR$ 87 mil · 301 votosR$ 290
- Cris Da Saúde PPR$ 109 mil · 396 votosR$ 276
- Klauber Valente PTR$ 110 mil · 535 votosR$ 205
- Dr. Christiano Alvernaz PLR$ 98 mil · 591 votosR$ 166
- Jean PLR$ 87 mil · 758 votosR$ 115
- Dudu Do Turismo PPR$ 170 mil · 3.667 votosR$ 46,3
- Kelven Da Saude PPR$ 136 mil · 3.729 votosR$ 36,5
- Greg Duarte PLR$ 92 mil · 2.606 votosR$ 35,2
- Jorginho Brum MDBR$ 100 mil · 3.019 votosR$ 33,1
Votos por real
- 2024, vereador: 98 votos por R$ 1.000, 4,6 vezes a mediana da disputa.
- 2020, prefeito: 5,9 votos por R$ 1.000, 34% da mediana da disputa.
- 2016, vereador: 14 votos por R$ 1.000, 51% da mediana da disputa.
- 2014, deputado estadual: 35 votos por R$ 1.000, 62% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.