Apuração
Vereador · 2012 · PDT

Claudinho Motta

Claudio da Mota Lopes · nasceu em 1962

Claudinho Motta se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em 1.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoPDT−0,01← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PTB2006PTB2008PDT2012PDT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.

Passou por 2 partidos: PTB (2004–2006), PDT (2008–2012).

Dep. estadualVereadorPartidoPTBPDT20042006200820102012
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.

Declarou ao TSE em 2012: 50 anos, superior completo, servidor público estadual. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    PDT 12500· centro-esquerda
    suplente242 votos
  2. 2008
    PDT 12500· centro-esquerda· na urna, Claudinho
    suplente
  3. 2006
    Deputado estadual · Rio Grande do Sul
    PTB 14500· centro-direita· na urna, Claúdio Motta
    suplente4.978 votos; 226º mais votado de 486 no estado
  4. 2004
    PTB 14500· centro-direita· na urna, Claudinho
    eleito413 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Claudinho Motta teve 4.978 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 226º lugar entre 486 candidatos.

Recebeu votos em 222 cidades. Nova Santa Rita deu 20,0% deles; as 15 cidades que mais votaram, 63,7%.

4.978 votos
votos para deputado estadual em 2006
Cada quadrado é 1% de 4.978 votos.
  1. Nova Santa Rita (RS)996 votos20%
  2. Canoas (RS)465 votos9,3%
  3. Novo Hamburgo (RS)321 votos6,4%
  4. Porto Alegre (RS)247 votos5%
  5. São Luiz Gonzaga (RS)209 votos4,2%
  6. Outras 207 cidades1.808 votos36,3%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Claudinho Motta declarou R$ 131,5 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2006 e 2012, o total caiu R$ 196,6 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 10 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 131,5 mil
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 60.000 na declaração)

Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2012.

  • Claudinho MottaR$ 131,5 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 89,8 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 221,8 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 131,5 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Claudinho Motta declarou ao TSE R$ 84 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado estadual: R$ 47 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 2 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2012 · Vereador · Nova Santa Rita (RS) · PDT · suplente

De onde veio

R$ 6.199
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 6.199.
  1. Próprio bolsoR$ 4.33269,9%
  2. PessoasR$ 1.08317,5%
  3. Outros candidatosR$ 66710,8%
  4. PartidoR$ 1171,9%

Para onde foi

R$ 6.199
O maior gasto foi com material impresso: 96% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 6.199.
  1. Material impressoR$ 5.97896,4%
  2. PessoalR$ 2103,4%
  3. EscritórioR$ 110,2%

Quanto custou cada voto: vereador, Nova Santa Rita (RS), 2012

Mediana da disputa: R$ 131 por voto. Quem venceu, Renato Machado, gastou R$ 44,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 820; o mais barato, R$ 44,5.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Rosane Arquiteta PPR$ 19 mil · 23 votosR$ 820
  • Edegar PTBR$ 65 mil · 295 votosR$ 222
  • Alfredo Capoeira PC do BR$ 38 mil · 234 votosR$ 161
  • Joaquim Figueiredo PPR$ 30 mil · 211 votosR$ 141
  • Elton Rosa MDBR$ 19 mil · 136 votosR$ 136
  • Augusto Bar PPR$ 33 mil · 247 votosR$ 132
  • Zé Rosales PTR$ 34 mil · 257 votosR$ 131
  • Luciano Brandao PPR$ 40 mil · 341 votosR$ 116
  • Irmãotoninho PTBR$ 30 mil · 338 votosR$ 88,7
  • Marli Pires PPR$ 27 mil · 494 votosR$ 55,6
  • Dr Marne PTBR$ 20 mil · 425 votosR$ 46,1
  • Renato Machado PPR$ 24 mil · 534 votosR$ 44,5

Votos por real

  • 2012, vereador: 39 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 28 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
  • 2006, deputado estadual: 107 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 19 votos por R$ 1.000, 39% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.