Claudinho
Claudio Roberto Frias · nasceu em 1974
Claudinho se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 2.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2012.
Passou por 3 partidos: MDB (2004–2008), PL (2012), PROS (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 42 anos, até o fundamental, empresário, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Claudinho declarou R$ 32,5 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 102,3 mil, já descontada a inflação.
Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2016.
- ClaudinhoR$ 32,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 23,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 137,8 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Claudinho declarou ao TSE R$ 4,8 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 3,3 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Borebi (SP) · PROS · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Borebi (SP), 2016
Mediana da disputa: R$ 34,7 por voto. Quem venceu, Guilherme, gastou R$ 24,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 48,9; o mais barato, R$ 24,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Tiziu / Jose Alves MDBR$ 1,8 mil · 36 votosR$ 48,9
- Val Danelon SOLIDARIEDADER$ 1,6 mil · 34 votosR$ 47,2
- Lu Da Escola / Luciana Almeida PTBR$ 1,3 mil · 28 votosR$ 46,4
- Marildao PSDBR$ 1,7 mil · 37 votosR$ 45,8
- Lelé / Lelezão MDBR$ 1,9 mil · 46 votosR$ 41,7
- Miriani PSDBR$ 2 mil · 54 votosR$ 37,2
- Fabricio Rodrigues SOLIDARIEDADER$ 1,3 mil · 37 votosR$ 34,7
- Magal Do Gas PSDBR$ 1,5 mil · 48 votosR$ 30,9
- Roger Martins MDBR$ 1,5 mil · 52 votosR$ 29,2
- Reginaldo / Reginaldo Martins PVR$ 3 mil · 106 votosR$ 28,6
- Zé Roberto PLR$ 1,4 mil · 52 votosR$ 27,5
- Guilherme SOLIDARIEDADER$ 2,1 mil · 87 votosR$ 24,1
Votos por real
- 2016, vereador: 47 votos por R$ 1.000, 2 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 73 votos por R$ 1.000, 3,6 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 14 votos por R$ 1.000, 83% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.