Apuração
Vice-prefeito · 2020 · PSTU

Claudinho

Claudio de Oliveira Pena · nasceu em 1970

Claudinho se candidatou em 6 eleições, de 2002 a 2020, e foi eleito em nenhuma.

01

Esquerda, pelo partido

Pelo partidoPSTU−0,91← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PSTU2004PSTU2008PSTU2012PSTU2016PSTU2020PSTU← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PSTU.

Dep. estadualVice-prefeitoVereadorPartidoPSTU’02’04’06’08’10’12’14’16’18’20
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2020, chapa não eleita.

Declarou ao TSE em 2020: 50 anos, superior completo, advogado, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Vice-prefeito · Monte Carmelo (MG)
    PSTU 16· esquerda
    chapa não eleita243 votos da chapa, 1,0%
  2. 2016
    Vice-prefeito · Monte Carmelo (MG)
    PSTU 16· esquerda
    chapa não eleita474 votos da chapa, 1,8%
  3. 2012
    Vice-prefeito · Monte Carmelo (MG)
    PSTU 16· esquerda
    chapa não eleita122 votos da chapa, 0,4%
  4. 2008
    Vice-prefeito · Monte Carmelo (MG)
    PSTU 16· esquerda
    chapa não eleita257 votos da chapa, 1,6%
  5. 2004
    Vereador · Monte Carmelo (MG)
    PSTU 16123· esquerda
    não eleito
  6. 2002
    Deputado estadual · Minas Gerais
    PSTU 16016· esquerda
    não eleito843 votos; 449º mais votado de 725 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2002, Claudinho teve 843 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 449º lugar entre 725 candidatos.

Recebeu votos em 35 cidades. Monte Carmelo deu 70,0% deles; as 15 cidades que mais votaram, 97,6%.

843 votos
votos para deputado estadual em 2002
Cada quadrado é 1% de 843 votos.
  1. Monte Carmelo (MG)590 votos70%
  2. Uberlândia (MG)94 votos11,2%
  3. Abadia dos Dourados (MG)60 votos7,1%
  4. Centralina (MG)21 votos2,5%
  5. Belo Horizonte (MG)14 votos1,7%
  6. Outras 20 cidades20 votos2,4%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Claudinho declarou R$ 452,5 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 209,8 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.
R$ 452,5 mil
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 315.000 na declaração)
Cada quadrado é 1% de R$ 452,5 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2004, Claudinho declarou ao TSE R$ 613 em receitas, em reais de hoje.

2004 · Vereador · Monte Carmelo (MG) · PSTU · não eleito

De onde veio

R$ 613
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 613
O maior gasto foi com material impresso: 100% do total. Em reais de hoje.

Quanto custou cada voto: vereador, Monte Carmelo (MG), 2004

Mediana da disputa: R$ 8,34 por voto. Quem venceu, Kleiber, gastou R$ 4,10 por voto. O voto mais caro custou R$ 13,3; o mais barato, R$ 4,10.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2004, vereador: 180 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.