Claudinho
Claudio de Oliveira Pena · nasceu em 1970
Claudinho se candidatou em 6 eleições, de 2002 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PSTU.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2020, chapa não eleita.
Declarou ao TSE em 2020: 50 anos, superior completo, advogado, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020Vice-prefeito · Monte Carmelo (MG)PSTU 16· esquerdaNa chapa de Huender Franco Diaschapa não eleita243 votos da chapa, 1,0%
- 2016Vice-prefeito · Monte Carmelo (MG)PSTU 16· esquerdaNa chapa de Huender Franco Diaschapa não eleita474 votos da chapa, 1,8%
- 2012Vice-prefeito · Monte Carmelo (MG)PSTU 16· esquerdaNa chapa de Huender Franco Diaschapa não eleita122 votos da chapa, 0,4%
- 2008Vice-prefeito · Monte Carmelo (MG)PSTU 16· esquerdaNa chapa de Huender Franco Diaschapa não eleita257 votos da chapa, 1,6%
- 2004
- 2002Deputado estadual · Minas GeraisPSTU 16016· esquerdanão eleito843 votos; 449º mais votado de 725 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2002, Claudinho teve 843 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 449º lugar entre 725 candidatos.
Recebeu votos em 35 cidades. Monte Carmelo deu 70,0% deles; as 15 cidades que mais votaram, 97,6%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Claudinho declarou R$ 452,5 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 209,8 mil acima da inflação.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Claudinho declarou ao TSE R$ 613 em receitas, em reais de hoje.
2004 · Vereador · Monte Carmelo (MG) · PSTU · não eleito
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Monte Carmelo (MG), 2004
Mediana da disputa: R$ 8,34 por voto. Quem venceu, Kleiber, gastou R$ 4,10 por voto. O voto mais caro custou R$ 13,3; o mais barato, R$ 4,10.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Nenzinho PLR$ 11 mil · 797 votosR$ 13,3
- Tonhão PPR$ 5,4 mil · 503 votosR$ 10,7
- Dr. Lucio Thomaz PTBR$ 13 mil · 1.174 votosR$ 10,7
- Messias PLR$ 5,1 mil · 547 votosR$ 9,31
- Heraldo Da Van DEMR$ 4,9 mil · 560 votosR$ 8,66
- Nem Gato MDBR$ 5 mil · 589 votosR$ 8,57
- João Paulo PPR$ 4,6 mil · 547 votosR$ 8,34
- Regio PPR$ 9,2 mil · 1.216 votosR$ 7,58
- Nego Carvoeiro PPR$ 9,8 mil · 1.545 votosR$ 6,33
- Dr. Carlos PSDBR$ 5,7 mil · 1.002 votosR$ 5,69
- Valdelei Dos Gonçalves PTBR$ 4,7 mil · 895 votosR$ 5,30
- Kleiber MDBR$ 4,5 mil · 1.105 votosR$ 4,10
Votos por real
- 2004, vereador: 180 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.