Claudião
Tomé Claudio da Silva Cardoso · nasceu em 1963
Claudião se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 2.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008 e 2012.
Sempre pelo MDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, não eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 53 anos, até o fundamental, vereador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Claudião declarou R$ 195,8 mil em bens, em reais de hoje: 2,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 137,3 mil acima da inflação.
Declarou 2,7 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2016.
- ClaudiãoR$ 195,8 mil
- Mediana dos candidatosR$ 73,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 209,9 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Claudião declarou ao TSE R$ 68 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 33 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Cidreira (RS) · MDB · não eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 12 mil96%
- Fundo partidárioR$ 2982,4%
- PessoasR$ 1941,6%
Para onde foi
- PessoalR$ 8.82570,9%
- Material impressoR$ 1.83914,8%
- TransporteR$ 1.58712,8%
- ServiçosR$ 1941,6%
Quanto custou cada voto: vereador, Cidreira (RS), 2016
Mediana da disputa: R$ 45,3 por voto. Quem venceu, Paulo Catarina, gastou R$ 20,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 119; o mais barato, R$ 20,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 3 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Esmirrá PSBR$ 26 mil · 214 votosR$ 119
- Paulo Rios PSCR$ 8,7 mil · 75 votosR$ 116
- Tuti Do Casarão MDBR$ 7,3 mil · 92 votosR$ 79,9
- Jerri Adriani PPR$ 24 mil · 482 votosR$ 49,2
- Ruben Rosa PSBR$ 10 mil · 225 votosR$ 45,3
- Gilmar Da Costa PTBR$ 16 mil · 381 votosR$ 43,2
- Milico PSBR$ 16 mil · 374 votosR$ 42,3
- Edair Cabeleireiro PSBR$ 7,8 mil · 347 votosR$ 22,6
- Paulo Catarina MDBR$ 9,5 mil · 457 votosR$ 20,8
Votos por real
- 2012, vereador: 8,9 votos por R$ 1.000, 62% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 17 votos por R$ 1.000, 83% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.