Claudia Borges
Claudia de Souza Nogueira Borges · nasceu em 1968
Claudia Borges se candidatou em 2 eleições, de 2016 a 2020, e foi eleita em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Os votos de 2020 foram anulados depois pela Justiça Eleitoral e não contam no resultado oficial de hoje.
O cargo mais alto que conquistou: vereadora, em 2016.
Sempre pelo PSD.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2020, votos anulados pela Justiça Eleitoral.
Declarou ao TSE em 2020: 52 anos, superior incompleto, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Claudia Borges declarou R$ 272,9 mil em bens, em reais de hoje: 16 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2016 e 2020, o total caiu R$ 35,8 mil, já descontada a inflação.
Declarou 16 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2020.
- Claudia BorgesR$ 272,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 17,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 112,8 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Claudia Borges declarou ao TSE R$ 2,9 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereadora: R$ 2,8 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereadora · Santa Salete (SP) · PSD · votos anulados pela Justiça Eleitoral
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereadora, Santa Salete (SP), 2020
Mediana da disputa: R$ 16,4 por voto. Quem venceu, Rosana Cocharro, gastou R$ 10,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 121; o mais barato, R$ 10,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Karol Moretti PSDBR$ 1,3 mil · 11 votosR$ 121
- Priscila Daiane PSDBR$ 1,1 mil · 15 votosR$ 70,2
- Sonia Do Poção PSDBR$ 1,1 mil · 25 votosR$ 42,9
- Adilson Silva PSDBR$ 991 · 36 votosR$ 27,5
- Edilson Farinha MDBR$ 1,7 mil · 92 votosR$ 18,5
- Nilo Lopes De Santana PSDBR$ 1,9 mil · 108 votosR$ 17,4
- José Carlos Codinhotto PSDBR$ 1,3 mil · 82 votosR$ 16,4
- Marizete MDBR$ 1,5 mil · 98 votosR$ 15,5
- Idalino José Da Rocha PSDBR$ 1,4 mil · 93 votosR$ 14,8
- Renatão PSDBR$ 1,7 mil · 121 votosR$ 13,9
- Moacir Moa PSDBR$ 1,4 mil · 103 votosR$ 13,2
- Rosana Cocharro PSDR$ 1,1 mil · 100 votosR$ 10,7
Votos por real
- 2016, vereadora: 31 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.