Claudia Barros
Claudia do Carmo Martins de Barros · nasceu em 1968
Claudia Barros se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleita em 2.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Os votos de 2016 foram anulados depois pela Justiça Eleitoral e não contam no resultado oficial de hoje.
O cargo mais alto que conquistou: prefeita, em 2004 e 2012.
Sempre pelo PT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeita, 2016, votos anulados pela Justiça Eleitoral.
Declarou ao TSE em 2016: 48 anos, superior completo, professor de ensino médio, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Claudia Barros declarou R$ 314,6 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 247,9 mil acima da inflação.
Declarou perto da mediana dos candidatos a prefeito em Minas Gerais em 2016.
- Claudia BarrosR$ 314,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 467,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 497,8 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 6 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Residencial na rua neida magajhaes soraggi marques 221R$ 195 milCasa
- Volkswagem fox 2013/2013 placa opr 2150R$ 60,1 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Valor em especieR$ 40,6 milDinheiro em espécie
- Banco do brasilR$ 11,6 milConta corrente no país
- Banco do brasilR$ 5.141Caderneta de poupança
- Caixa economicaR$ 2.166Conta corrente no país
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Claudia Barros declarou ao TSE R$ 238 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para prefeita: R$ 91 mil.
Campanha a campanha
2016 · Prefeita · Bom Sucesso (MG) · PT · votos anulados pela Justiça Eleitoral
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 43,4 mil83,4%
- Pessoas4 pessoas, não nomeadasR$ 7.40014,2%
- Fundo partidárioR$ 1.2682,4%
Para onde foi
- Pessoal20 pessoas, não nomeadasR$ 7.44814,8%
- Serviços2 pessoas, não nomeadasR$ 2.6075,2%
- EscritórioR$ 470,1%
Quanto custou cada voto: prefeita, Bom Sucesso (MG), 2016
Mediana da disputa: R$ 6,71 por voto. Quem venceu, Beto, gastou R$ 3,96 por voto. O voto mais caro custou R$ 73,9; o mais barato, R$ 3,96.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Giovane Sindicato MDBR$ 19 mil · 255 votosR$ 73,9
- Juninho Do Tião Braga - Xuxão PPR$ 24 mil · 3.562 votosR$ 6,71
- Beto DEMR$ 23 mil · 5.771 votosR$ 3,96
Votos por real
- 2012, prefeita: 61 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2008, prefeita: 55 votos por R$ 1.000, 53% da mediana da disputa.
- 2004, prefeita: 232 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.