Apuração
Vereadora · 2016 · DEM

Claudia

Claudia Aparecida Alves Leonardo Paula · nasceu em 1974

Claudia se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleita em nenhuma.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoDEM+0,57← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008MDB2012DEM2016DEM← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: MDB (2008), DEM (2012–2016).

Vice-prefeitaVereadoraPartidoMDBDEM20082010201220142016
eleitasuplente ou vicenão eleita
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 41 anos, ensino médio, agricultor, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    DEM 25999· direita
    suplente
  2. 2012
    DEM 25000· direita· na urna, Cláudia
    suplente88 votos
  3. 2008
    MDB 15· centro
    chapa não eleita754 votos da chapa, 32,8%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Claudia declarou R$ 14,6 mil em bens, em reais de hoje: 1,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Paraíba. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 71,7 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 2.500.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 14,6 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 9.000 na declaração)

Declarou 1,8 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Paraíba em 2016.

  • ClaudiaR$ 14,6 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 8.123
  • Mediana dos eleitosR$ 56,9 mil

Cada quadrado, R$ 2.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 14,6 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Claudia declarou ao TSE R$ 3,5 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereadora: R$ 2,9 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 100.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereadora · São Sebastião do Umbuzeiro (PB) · DEM · suplente

De onde veio

R$ 2.915
0% veio de fundos públicos; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 2.915
O maior gasto foi com serviços: 100% do total. Em reais de hoje.

Quanto custou cada voto: vereadora, São Sebastião do Umbuzeiro (PB), 2016

Mediana da disputa: R$ 33 por voto. Quem venceu, Bernardes, gastou R$ 18 por voto. O voto mais caro custou R$ 117; o mais barato, R$ 18.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2012, vereadora: 88 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.