Clarimundo Costa
nasceu em 1949
Clarimundo Costa se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.
Sempre pelo MDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 71 anos, até o fundamental, vereador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Clarimundo Costa declarou R$ 172,4 mil em bens, em reais de hoje: 3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 37,6 mil acima da inflação.
Declarou 3 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2020.
- Clarimundo CostaR$ 172,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 57,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 206,9 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Clarimundo Costa declarou ao TSE R$ 6,5 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 2,4 mil, 17% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · São Sepé (RS) · MDB · suplente
De onde veio
Para onde foi
- ServiçosR$ 70884,6%
- EscritórioR$ 9311,2%
- Material impressoR$ 354,2%
Quanto custou cada voto: vereador, São Sepé (RS), 2020
Mediana da disputa: R$ 12 por voto. Quem venceu, Humberto, gastou R$ 6,96 por voto. O voto mais caro custou R$ 21,6; o mais barato, R$ 6,96.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Patrick PPR$ 3,2 mil · 147 votosR$ 21,6
- Maria Silveira PPR$ 7,4 mil · 350 votosR$ 21,2
- Gilvane Moreira PPR$ 16 mil · 785 votosR$ 20,6
- Paulo Renato MDBR$ 3,4 mil · 202 votosR$ 16,6
- Renato Rosso PPR$ 8,7 mil · 657 votosR$ 13,3
- Mestre PPR$ 4,7 mil · 371 votosR$ 12,6
- Leopoldo Faria PDTR$ 3,7 mil · 307 votosR$ 12
- Tavinho Gazen PDTR$ 3,7 mil · 320 votosR$ 11,5
- Eto Vargas PPR$ 6,1 mil · 585 votosR$ 10,3
- Dr. Maninho MDBR$ 8,6 mil · 835 votosR$ 10,2
- Marcelo Santos PPR$ 6,4 mil · 723 votosR$ 8,88
- Humberto PPR$ 4,4 mil · 625 votosR$ 6,96
Votos por real
- 2020, vereador: 270 votos por R$ 1.000, 2,6 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 125 votos por R$ 1.000, 2,3 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 192 votos por R$ 1.000, 4,3 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 660 votos por R$ 1.000, 16 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.