Claiton Mendes
Claiton Cleber Mendes · nasceu em 1976
Claiton Mendes se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 2.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2004 e 2008.
Passou por 2 partidos: PP (2004–2008), DEM (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 44 anos, superior completo, veterinário, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Claiton Mendes declarou R$ 1,5 mi em bens, em reais de hoje: 3,6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Paraná. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 479,1 mil acima da inflação.
Declarou 3,6 vezes a mediana dos candidatos a prefeito no Paraná em 2020.
- Claiton MendesR$ 1,5 mi
- Mediana dos candidatosR$ 408,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 487,6 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 15 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Veiculo evoque prestige 5DR$ 258,6 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Saldo em caixaR$ 222,8 milOutros bens e direitos
- Ford ranger 2019R$ 186,7 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Lotes urbanos ns 16R$ 172,4 milOutros bens imóveis
- Lotes rurais n 209/210R$ 143,6 milOutros bens imóveis rural
- Apartamento n 24R$ 129,3 milApartamento
- Lote rural n 204R$ 114,9 milOutros bens imóveis rural
- Banco do brasil S/A. CNPJ: 00.000.000/0001-91. banco 001R$ 60 milOutros bens e direitos
- 50% Do lote rural n 832/833R$ 57,5 milOutros bens imóveis rural
- 50% Da parte ideal do lote rural n 858-B-1R$ 57,5 milOutros bens imóveis rural
- Lote rurais ns 211 a 213R$ 28,7 milOutros bens imóveis rural
- 50% Do lote rural n 791R$ 28,7 milOutros bens imóveis rural
- Lote urbano n 25R$ 21,5 milOutros bens imóveis
- 5.000 Quotas de capital da empresa mb loteamentos LTDAR$ 7.182Outros bens e direitos
- Sicredi, CNPJ: 10.099.491/0001-71R$ 806Outros bens e direitos
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Claiton Mendes declarou ao TSE R$ 280 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para prefeito: R$ 122 mil.
Campanha a campanha
2020 · Prefeito · Pérola (PR) · DEM · não eleito
De onde veio
- Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 26,5 mil29%
- Próprio bolsoR$ 17 mil18,5%
Para onde foi
- Pessoal2 pessoas, não nomeadasR$ 5.5266,1%
- EscritórioR$ 3.5513,9%
- InternetR$ 7080,8%
Quanto custou cada voto: prefeito, Pérola (PR), 2020
Claiton Mendes: R$ 27 por voto (mediana da disputa, R$ 27). Quem venceu, Valdete Cunha, gastou R$ 47,9 por voto.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Claiton Mendes. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Valdete Cunha PPR$ 162 mil · 3.382 votosR$ 47,9
- Claiton Mendes DEMR$ 90 mil · 3.337 votosR$ 27
Votos por real
- 2020, prefeito: 37 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
- 2008, prefeito: 44 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2004, prefeito: 23 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.