Clair Pereira
Clair Dalvani de Carvalho Pereira · nasceu em 1953
Clair Pereira se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleita em nenhuma.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2016, não eleita.
Declarou ao TSE em 2016: 63 anos, superior incompleto, telefonista, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2006Deputada estadual · Rio Grande do SulPT 13603· centro-esquerdasuplente609 votos; 401º mais votada de 486 no estado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Clair Pereira teve 609 votos para deputada estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 401º lugar entre 486 candidatos.
Recebeu votos em 54 cidades. Santiago deu 53,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 90,1%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Clair Pereira declarou R$ 162,5 mil em bens, em reais de hoje: 2,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2006 e 2016, o total subiu R$ 73 mil acima da inflação.
Declarou 2,2 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2016.
- Clair PereiraR$ 162,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 73,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 209,9 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Clair Pereira declarou ao TSE R$ 12 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputada estadual: R$ 8,9 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereadora · Santiago (RS) · PT · não eleita
De onde veio
Para onde foi
- ServiçosR$ 1.21440,3%
- PessoalR$ 81026,9%
- Material impressoR$ 64821,5%
- Rádio, TV e vídeoR$ 34011,3%
- EscritórioR$ 20,1%
Quanto custou cada voto: vereadora, Santiago (RS), 2016
Mediana da disputa: R$ 34,7 por voto. Quem venceu, Marcelo Pirú, gastou R$ 10,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 90,3; o mais barato, R$ 10,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Sandro Palma PTBR$ 40 mil · 444 votosR$ 90,3
- Paulo Machado PPR$ 15 mil · 318 votosR$ 48,5
- Pelé PPR$ 27 mil · 632 votosR$ 43,2
- Joel Oliveira PPR$ 28 mil · 690 votosR$ 40,1
- Copetti PSDR$ 15 mil · 371 votosR$ 39,4
- Batista PPR$ 27 mil · 700 votosR$ 38,5
- Rosane Esmerio PPR$ 19 mil · 553 votosR$ 34,7
- Gavioli PDTR$ 21 mil · 669 votosR$ 32
- Eden De Paula PPR$ 17 mil · 575 votosR$ 29,1
- Décio Loureiro PPR$ 39 mil · 1.355 votosR$ 28,9
- Dionathan Farias PPR$ 13 mil · 748 votosR$ 17,3
- Marcelo Pirú PPR$ 28 mil · 2.678 votosR$ 10,6
Votos por real
- 2016, vereadora: 28 votos por R$ 1.000, 69% da mediana da disputa.
- 2012, vereadora: 127 votos por R$ 1.000, 4,7 vezes a mediana da disputa.
- 2006, deputada estadual: 68 votos por R$ 1.000, 71% da mediana da disputa.
- 2004, vereadora: 121 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.