Clain Ferrari
nasceu em 1936
Clain Ferrari se candidatou em 2 eleições, de 2002 a 2004, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PL (2002), DEM (2004).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2004, suplente.
Declarou ao TSE em 2004: 68 anos, superior completo, advogado. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2004
- 2002
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2002, Clain Ferrari teve 4.643 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 303º lugar entre 703 candidatos.
Recebeu votos em 143 cidades. Indaiatuba deu 85,8% deles; as 15 cidades que mais votaram, 95,2%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Clain Ferrari declarou ao TSE R$ 34 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 18 mil.
Campanha a campanha
2004 · Vereador · Indaiatuba (SP) · DEM · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 11,7 mil66,8%
- PartidoR$ 5.83233,2%
Para onde foi
- Material impressoR$ 15,4 mil88%
- TransporteR$ 2.07911,8%
- EscritórioR$ 330,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Indaiatuba (SP), 2004
Mediana da disputa: R$ 59,2 por voto. Quem venceu, Fabio Conte, gastou R$ 32,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 281; o mais barato, R$ 32,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Roberto Da Nova Fer Cruz PRPR$ 59 mil · 209 votosR$ 281
- Celsinho Rocha PSDBR$ 71 mil · 839 votosR$ 84,2
- Prof. Nuncio PDTR$ 107 mil · 1.507 votosR$ 71
- Sergio Trinca PSDBR$ 57 mil · 899 votosR$ 63,9
- Evandro PSDBR$ 58 mil · 910 votosR$ 63,7
- Pastor Jorge Vitorio PTBR$ 54 mil · 900 votosR$ 59,6
- Maurilio PDTR$ 62 mil · 1.048 votosR$ 59,2
- Nelsinho DEMR$ 96 mil · 1.626 votosR$ 58,8
- João Neto PSDBR$ 59 mil · 1.050 votosR$ 56,3
- Mauricio Baroni CIDADANIAR$ 82 mil · 2.270 votosR$ 36,1
- Gervasio Da Gaas DCR$ 73 mil · 2.068 votosR$ 35,1
- Fabio Conte PSDBR$ 80 mil · 2.480 votosR$ 32,2
Votos por real
- 2004, vereador: 48 votos por R$ 1.000, 2,2 vezes a mediana da disputa.
- 2002, deputado federal: 291 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.