Apuração
Vereadora · 2024 · PDT

Cissa

Maria Cecilia Braga de Oliveira · nasceu em 1977

Cissa disputou uma eleição, em 2024, para vereadora (Douradoquara (MG)), pelo PDT: suplente.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPDT−0,23← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadoraPartidoPDT2024
eleitasuplente ou vicenão eleita
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2024, suplente.

Declarou ao TSE em 2024: 46 anos, até o fundamental, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2024
    Vereadora · Douradoquara (MG)
    PDT 12444· centro-esquerda
    suplente35 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2024, Cissa declarou ao TSE R$ 2,3 mil em receitas, em reais de hoje, 66% de dinheiro público.

2024 · Vereadora · Douradoquara (MG) · PDT · suplente

De onde veio

R$ 2.304
66% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.

Para onde foi

Nada declarado em 2024.

Quanto custou cada voto: vereadora, Douradoquara (MG), 2024

Mediana da disputa: R$ 9,62 por voto. Quem venceu, Izaque, gastou R$ 1,99 por voto. O voto mais caro custou R$ 638; o mais barato, R$ 1,99.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.