Cirinho
Nelciro de Morais Franco · nasceu em 1966
Cirinho se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PTB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.
Declarou ao TSE em 2008: 42 anos, ensino médio, técnico contabilidade, estatística, economia doméstica e administração. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Cirinho declarou R$ 269,6 mil em bens, em reais de hoje: 5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.
Declarou 5 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2008.
- CirinhoR$ 269,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 53,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 111,9 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Cirinho declarou ao TSE R$ 410 em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 214.
Campanha a campanha
2008 · Vereador · Congonhas do Norte (MG) · PTB · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Congonhas do Norte (MG), 2008
Mediana da disputa: R$ 16,6 por voto. Quem venceu, Leandro, gastou R$ 5,14 por voto. O voto mais caro custou R$ 40,2; o mais barato, R$ 5,14.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Patativa DEMR$ 643 · 16 votosR$ 40,2
- Zequita MDBR$ 2,7 mil · 68 votosR$ 39,8
- Gilson Da Prefeitura DEMR$ 3,4 mil · 88 votosR$ 39,1
- Rubens Milanez MDBR$ 3,2 mil · 129 votosR$ 25,1
- Ricardo DEMR$ 4,1 mil · 230 votosR$ 18
- Toninho De Alves PPR$ 3,6 mil · 218 votosR$ 16,6
- Nelmar DEMR$ 1,2 mil · 93 votosR$ 12,4
- Butao De Alves PPR$ 696 · 73 votosR$ 9,54
- Jonas MDBR$ 669 · 100 votosR$ 6,69
- Renato Pele E Osso DEMR$ 643 · 120 votosR$ 5,35
- Leandro MDBR$ 817 · 159 votosR$ 5,14
Votos por real
- 2008, vereador: 50 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 98 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.