Cirene Martins
Cirene Passarini Martins · nasceu em 1957
Cirene Martins disputou uma eleição, em 2016, para vereadora (Deodápolis (MS)), pelo DEM: suplente.
Direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 59 anos, ensino médio, aposentado (exceto servidor público), cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Cirene Martins declarou R$ 59,9 mil em bens, em reais de hoje: 1,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso do Sul.
Declarou 1,8 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso do Sul em 2016.
- Cirene MartinsR$ 59,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 32,7 mil
- Mediana dos eleitosR$ 158,1 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2016, Cirene Martins declarou ao TSE R$ 3,5 mil em receitas, em reais de hoje.
2016 · Vereadora · Deodápolis (MS) · DEM · suplente
De onde veio
- Outros candidatosR$ 2.68976,7%
- PartidoR$ 81623,3%
Para onde foi
- TransporteR$ 2.13260,8%
- Material impressoR$ 1.37339,2%
Quanto custou cada voto: vereadora, Deodápolis (MS), 2016
Mediana da disputa: R$ 21,9 por voto. Quem venceu, Casquinha, gastou R$ 10,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 91,9; o mais barato, R$ 10,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Edivaldo Da Ambulância DEMR$ 4,3 mil · 47 votosR$ 91,9
- Cabo Silva MDBR$ 4 mil · 54 votosR$ 74,9
- Dick DEMR$ 5,8 mil · 124 votosR$ 46,9
- Reginaldo Macário MDBR$ 3,7 mil · 119 votosR$ 31,4
- José Manoel MDBR$ 10 mil · 329 votosR$ 30,7
- Dr. Grieco Castilho REPUBLICANOSR$ 6,1 mil · 198 votosR$ 30,6
- Professor Chico PDTR$ 6,7 mil · 305 votosR$ 21,9
- Givaldo Professor MDBR$ 5,3 mil · 338 votosR$ 15,8
- Juninho DEMR$ 6,6 mil · 430 votosR$ 15,4
- Donizete Policia MDBR$ 3,9 mil · 309 votosR$ 12,7
- Márcio Teles PSBR$ 5,7 mil · 449 votosR$ 12,7
- Casquinha MDBR$ 3,6 mil · 356 votosR$ 10,2
Votos por real
- 2016, vereadora: 47 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.