Cinho Sumauma
Genaldo Alves da Silva · nasceu em 1966
Cinho Sumauma se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 1. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Passou por 3 partidos: PSC (2004), PTB (2008), PSC (2012–2016), PL (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, candidatura não chegou à urna.
Declarou ao TSE em 2024: 58 anos, ensino médio, cor branca. A cor declarada mudou: parda em 2016, branca em 2024. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Cinho Sumauma declarou R$ 5 em bens, em reais de hoje.
Mais da metade (59%) dos candidatos a vereador em Alagoas não declarou nenhum bem em 2016.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Cinho Sumauma declarou ao TSE R$ 12 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 10 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Marechal Deodoro (AL) · PSC · suplente
De onde veio
Para onde foi
- Material impressoR$ 1.03156,8%
- ServiçosR$ 78543,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Marechal Deodoro (AL), 2016
Mediana da disputa: R$ 32,3 por voto. Quem venceu, André Bocão, gastou R$ 25,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 701; o mais barato, R$ 25,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Jairan Chagas PSBR$ 18 mil · 25 votosR$ 701
- Vanda PSLR$ 18 mil · 83 votosR$ 215
- Pastor Oliveira Lima REPUBLICANOSR$ 23 mil · 303 votosR$ 76,1
- Ednaldo Rocha PSDR$ 26 mil · 557 votosR$ 46
- Larissa Sena PHSR$ 17 mil · 422 votosR$ 40,4
- Jorge Mello PSLR$ 26 mil · 792 votosR$ 32,3
- Marcelo Moringa DCR$ 25 mil · 789 votosR$ 31,8
- Nilson Cabeção MDBR$ 29 mil · 918 votosR$ 31,1
- Del Cavalcante MDBR$ 25 mil · 818 votosR$ 30,7
- Neilton Costa (Neo) SOLIDARIEDADER$ 25 mil · 956 votosR$ 26,2
- André Bocão PSDR$ 21 mil · 796 votosR$ 25,8
Votos por real
- 2016, vereador: 90 votos por R$ 1.000, 3 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 493 votos por R$ 1.000, 30 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 53 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 417 votos por R$ 1.000, 11 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.