Cimari do Chiquinho
Francismari Jose Sales de Freitas · nasceu em 1981
Cimari do Chiquinho se candidatou em 2 eleições, de 2016 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PSC (2016), PSDB (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 39 anos, superior completo, agente administrativo, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Cimari do Chiquinho declarou R$ 107,7 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2016 e 2020, o total subiu R$ 56,6 mil acima da inflação.
Mais da metade (58%) dos candidatos a vereador em Alagoas não declarou nenhum bem em 2020.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Cimari do Chiquinho declarou ao TSE R$ 4,9 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 3,1 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · São Luís do Quitunde (AL) · PSDB · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 1.27471,1%
- Próprio bolsoR$ 51728,9%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, São Luís do Quitunde (AL), 2020
Mediana da disputa: R$ 19 por voto. Quem venceu, Minho, gastou R$ 4,79 por voto. O voto mais caro custou R$ 139; o mais barato, R$ 4,79.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 3 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Filho Do Doutor Francisco MDBR$ 9,9 mil · 71 votosR$ 139
- Lucia Tenorio MDBR$ 21 mil · 482 votosR$ 43,4
- Vicka Pacheco MDBR$ 18 mil · 821 votosR$ 22,1
- Fernando Queiroz PSDBR$ 7,4 mil · 377 votosR$ 19,5
- Bira Do Saude MDBR$ 8,8 mil · 463 votosR$ 19
- Higor Do Ze Adolfo MDBR$ 6,9 mil · 440 votosR$ 15,6
- Galego Do Pedro Jorge MDBR$ 7,4 mil · 655 votosR$ 11,3
- Cabeça MDBR$ 5,1 mil · 740 votosR$ 6,92
- Minho MDBR$ 4,6 mil · 961 votosR$ 4,79
Votos por real
- 2020, vereador: 185 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 80 votos por R$ 1.000, 2 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.