Cielzinho
Geciel Donizete Pereira · nasceu em 1974
Cielzinho se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2026, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 5 partidos: PDT (2004), PSDB (2008), CIDADANIA (2012), AVANTE (2020), PDT (2024), DEMOCRATA (2026).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2026, suplente.
Declarou ao TSE em 2026: 51 anos, superior completo, motorista de veículos de transporte coletivo de passageiros, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2026Deputado estadual · Minas GeraisDEMOCRATA 35350· direitasuplente1.465 votos; 345º mais votado de 943 no estado
- 2024
- 2020
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2026, Cielzinho teve 1.465 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 345º lugar entre 943 candidatos.
Recebeu votos em 36 cidades. Campos Gerais deu 88,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 98,4%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Cielzinho declarou R$ 245,2 mil em bens, em reais de hoje: 9,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2020 e 2024, o total caiu R$ 358,9 mi, já descontada a inflação.
Em 2026, não declarou nenhum bem.
Declarou 9,2 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2024.
- CielzinhoR$ 245,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 26,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 104,9 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Cielzinho declarou ao TSE R$ 3,9 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 1,5 mil.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Campos Gerais (MG) · PDT · não eleito
De onde veio
- Fundo eleitoralR$ 32852,4%
- Próprio bolsoR$ 29747,6%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Campos Gerais (MG), 2024
Mediana da disputa: R$ 8,05 por voto. Quem venceu, Denilson Coelho, gastou R$ 4,48 por voto. O voto mais caro custou R$ 38,7; o mais barato, R$ 4,48.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Keila Da Ong PSDBR$ 5,5 mil · 143 votosR$ 38,7
- Júnior Venâncio MOBILIZAR$ 9,5 mil · 332 votosR$ 28,7
- Claudia Da Coxinha REPUBLICANOSR$ 2,2 mil · 105 votosR$ 20,8
- Rander Domingueira MOBILIZAR$ 2,7 mil · 193 votosR$ 14,1
- Savinho Despachante MOBILIZAR$ 3,3 mil · 237 votosR$ 13,8
- Vanessa Pereira Gomes PSDR$ 6,8 mil · 641 votosR$ 10,6
- Pastora Lilian PSDBR$ 3,1 mil · 387 votosR$ 8,05
- Tom Rocha MOBILIZAR$ 2,1 mil · 326 votosR$ 6,42
- Foka PSDR$ 1,9 mil · 372 votosR$ 5,23
- Porfiro PSDBR$ 2,2 mil · 435 votosR$ 5,15
- Adail Verdureiro PPR$ 1,6 mil · 356 votosR$ 4,61
- Denilson Coelho PSDBR$ 2,3 mil · 517 votosR$ 4,48
Votos por real
- 2012, prefeito: 87 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 46 votos por R$ 1.000, 93% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.