Cidinha do Inps
Maria Aparecida Freire · nasceu em 1950
Cidinha do Inps se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleita em nenhuma.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PSC (2004–2006), PT (2008).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2008, suplente.
Declarou ao TSE em 2008: 58 anos, superior incompleto, empresário. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2006Deputada estadual · São PauloPSC 20234· direitasuplente2.328 votos; 667º mais votada de 1.520 no estado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Cidinha do Inps teve 2.328 votos para deputada estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 667º lugar entre 1.520 candidatos.
Recebeu votos em 80 cidades. Valinhos deu 52,0% deles; as 15 cidades que mais votaram, 93,7%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Cidinha do Inps declarou R$ 339,7 mil em bens, em reais de hoje: 7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2006 e 2008, o total subiu R$ 219,5 mil acima da inflação.
Declarou 7 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2008.
- Cidinha do InpsR$ 339,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 48,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 124,6 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Cidinha do Inps declarou ao TSE R$ 91 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputada estadual: R$ 50 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereadora · Valinhos (SP) · PT · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 13,4 mil62,4%
- PessoasR$ 6.34329,5%
- Outros candidatosR$ 1.4146,6%
- PartidoR$ 3211,5%
Para onde foi
- Material impressoR$ 11 mil51,2%
- OutrosR$ 8.07837,6%
- Rádio, TV e vídeoR$ 1.3396,2%
- TransporteR$ 8383,9%
- EscritórioR$ 1200,6%
- ServiçosR$ 1020,5%
Quanto custou cada voto: vereadora, Valinhos (SP), 2008
Mediana da disputa: R$ 85,5 por voto. Quem venceu, Dr. Moysés, gastou R$ 38,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 638; o mais barato, R$ 38,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Cecilia Carvalho PTR$ 153 mil · 240 votosR$ 638
- Juninho Andrade DEMR$ 249 mil · 588 votosR$ 424
- Glauce Mamprin Foratto MDBR$ 56 mil · 238 votosR$ 237
- Lorival PTR$ 180 mil · 1.466 votosR$ 123
- Alexandre Tonetti PTR$ 60 mil · 488 votosR$ 122
- Paulo Montero MDBR$ 146 mil · 1.622 votosR$ 90
- Gustavo Trivellato PVR$ 41 mil · 482 votosR$ 85,5
- Clayton Machado PSDBR$ 162 mil · 2.072 votosR$ 78,3
- Dalva Berto PSDBR$ 114 mil · 1.696 votosR$ 67,2
- Ney Paraná MDBR$ 52 mil · 982 votosR$ 53
- Henrique Conti PVR$ 96 mil · 1.974 votosR$ 48,4
- Dr. Moysés PTBR$ 79 mil · 2.038 votosR$ 38,9
Votos por real
- 2008, vereadora: 24 votos por R$ 1.000, 80% da mediana da disputa.
- 2006, deputada estadual: 47 votos por R$ 1.000, 53% da mediana da disputa.
- 2004, vereadora: 44 votos por R$ 1.000, 69% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.