Cidinha Cardoso
Aparecida Luzia Gonçalves Dias · nasceu em 1959
Cidinha Cardoso se candidatou em 2 eleições, de 2016 a 2020, e foi eleita em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: REPUBLICANOS (2016), PSDB (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 61 anos, ensino médio, comerciante, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Cidinha Cardoso declarou R$ 531,5 mil em bens, em reais de hoje: 31 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2016 e 2020, o total caiu R$ 199,6 mil, já descontada a inflação.
Declarou 31 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2020.
- Cidinha CardosoR$ 531,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 17,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 112,8 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Cidinha Cardoso declarou ao TSE R$ 918 em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereadora: R$ 567.
Campanha a campanha
2020 · Vereadora · Iacanga (SP) · PSDB · suplente
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereadora, Iacanga (SP), 2020
Mediana da disputa: R$ 22,8 por voto. Quem venceu, Rafael Sedemak, gastou R$ 8,11 por voto. O voto mais caro custou R$ 901; o mais barato, R$ 5,58.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Roseli Bolsonaro PATRIOTAR$ 9,9 mil · 11 votosR$ 901
- Nivaldo Vitoriano Gotéia MDBR$ 6,1 mil · 99 votosR$ 61,4
- Galego PLR$ 11 mil · 233 votosR$ 48,6
- Sargento Assis PSDR$ 1,6 mil · 46 votosR$ 35,1
- Ney Antenas PLR$ 1,2 mil · 39 votosR$ 30,8
- Leonel Roma PDTR$ 4,4 mil · 180 votosR$ 24,6
- Laercio Da Ebel DEMR$ 1,2 mil · 53 votosR$ 22,8
- Adriano Piri DEMR$ 1,8 mil · 80 votosR$ 22,1
- Dori DEMR$ 3,1 mil · 255 votosR$ 12,2
- Brunão PDTR$ 3,8 mil · 317 votosR$ 11,9
- Rafael Sedemak PDTR$ 2,6 mil · 316 votosR$ 8,11
- Miro MDBR$ 1,1 mil · 205 votosR$ 5,58
Votos por real
- 2016, vereadora: 155 votos por R$ 1.000, 3,3 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.